sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Apesar do novo Presidente nós seremos Felizes !




:¦:- .·:*¨¨*:·.-:Feliz Ano Novo de 2011:¦:- .·:*¨¨*:·.-:¦:

Apesar do novo Presidente da República



Our best wishes for a Happy New Year to our loyal followers American Conservatives. Our gratitude for the support and kindness. #teaparty #trilha #tcot #twisters #patriot

#trilha de @TiradentesVive

Aos nossos followers brasileiros, nossos sinceros agradecimentos pelas gentilezas e lembrem-se de que estaremos sempre lutando, não por um *Brasil melhor*, porque de bom, este no qual nós vivemos não tem nada. Vamos todos tentar ver como fazemos para que ele seja verdadeiramente um País bom. Uma Nação da qual nos orgulhemos e, que cada um de nós seja o orgulho do Brasil.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Nem do teu nome quero lembrar



Aproveitando a posse do novo Presidente da República, DomínioFeminino toma sua primeira decisão para o ano de 2011: não pronunciar nem escrever o nome do novo Presidente que toma posse neste dia 1º de Janeiro. Sinceramente, o esforço não será pequeno, mas vamos lá.

Fizemos um acordo com @ReginaBrasília que se comprometeu, explicita e abertamente, a colaborar conosco e ontem, já demos início ao amolar dos cascos no que nossa idéia foi bem recebida no Twitter até por quem não nos acompanha.

Por todos os governos do Molusco da Silva o povo foi obrigado a ler e ouvir o maldito nome, sem cessar. A imprensa nunca descobriu que basta citar a instituição, o Presidente da República. Por qual motivo tanta insistência em dar nome próprio ao cargo ? Vê-se que o cargo de Presidente da República do Brasil não tem a menor importância. O que conta é o nome do eleito.

E já começou a badalação do nome do novo Presidente que não tem dado um espirro sem que seu nome seja citado, como se fizesse alguma diferença se ele espirra ou não. De preferência, que sequer respire.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

As melhores do @decicote




RT @decicote: #Retrospectiva Por que lula acha dilma parecida com uma garafa de cerveja? pq do pescoço pra cima não tem nada

#Retrospectiva Qual é a diferença entre os petistas e as cobras? Nem todas cobras são venenosas .

#Retrospectiva por que as pilhas são melhores que os petistas?, por que tem ao menos um lado positivo

Quando petista lhe disser que não é uma questão de dinheiro, mas de princípio, trata-se de uma questão de dinheiro #Retrospectiva

#Retrospectiva Por que lula acha dilma parecida com uma garafa de cerveja? pq do pescoço pra cima não tem nada

Qual a diferença entre um criminoso e um petista? Um é mentiroso, trapaceiro, sem escrúpulos, e safado. O outro é apenas um criminoso.

#Retrospectiva Qual a diferença entre petistas e porcos? Porco não vira petista quando bebe....

lula conta uma piada e todos caem na gargalhada - menos um dos presentes. - Nao gostou da piada? pergunta. - Nao. Eu nao trabalho aqui...

#Retrospectiva Esta é mais atual que nunca; na era lula o Brasil não tem imagem no exterior - tem retrato falado!

#Retrospectiva fala de dilma é tão aborrecida que nos faz perder um dia inteiro em cinco minutos.

O que é um petista com a consciência limpa? um sujeito de memoria fraca....

retrospectiva 2010; Como você sabe que dilma está mentindo? so ver se os lábios dela estão se mexendo. ..

#Retrospectiva 2010; sabe qual o peixe preferido do genuino? ROBALO!!

Slogam para Governo de dilma; "mãos ao alto"

Abraham Lincoln diria a dilma; "É melhor calar-se e deixar que as pessoas pensem que você é um idiota do que falar e acabar com a dúvida."

Não entendi pq me disseram; "A dilma tem pernas curtas" retrospectiva 2010;

#Retrospectiva Qual é a diferença entre os petistas e as cobras? Nem todas cobras são venenosas .

#Retrospectiva Qual é o mês que a dilma mente menos? Fevereiro, porque tem 28 dias.

#Retrospectiva O que se deve atirar a um petralha que está se afogando? O resto do partido....

#Retrospectiva Magazine Genuino. Oferta especial; Oleo d peroba dilma. Sua cara d pau brilhando a toda hora. aceitamos cartão corporatico.

No enterro da dilma um vidro de estomazil no caixão."para que isso,". outro responde;"acha q os pobres vermes vão conseguir engolir isso?

#Retrospectiva Computador da dilma é que nem carroça; sempre tem um burro na frente ...

Assessores preocupados com a alimentação de dilma sugeriram que ela ingerisse ração humana. Ela já devorou dois seguranças e um porteiro...

#Retrospectiva petistas tem uma visão muito particular do dinheiro público.

#Retrospectiva Se os políticos do pt não tivessem tanta certeza da impunidade eles já teriam mandado construir cadeias mais confortáveis.

#Retrospectiva 97% da população não acredita nos políticos petistas, e os outros 3% são os políticos.

#Retrospectiva O horário eleitoral gratuito é o único momento em que políticos petistas ficam em cadeia nacional.

#Retrospectiva A biblia do pt; " no principio era a verba..."

#Retrospectiva Aula de Portugues;Joãozinho, qual o tempo da frase;"procuro uma obra da dilma" e joazinho;" ah, professora, tempo perdido"

"Meu pai é mecãnico", diz um. "O meu é médico" O terceiro diz; o meu pai é petista. Os outros, supresos;"Serio?" "Não, o tipo comum mesmo".

Reunião do pt ;"F. da puta"."Seu ladrão"." é vc seu safado". Assustado o porteiro pergunta"nossa o q tá acontecendo?"Ah, nada não,é chamada"

Reporter: Lula, q gostaria q fosse escrito em seu túmulo. Ele; "Aqui há um petista e um homem honesto". "Nossa, os dois no mesmo túmulo?"

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Tradição do #FollowFriday

Logo que chegamos ao Twitter, DominioFeminino cercou-se de followers americanos   e isso deveu-se a alguns bons motivos nossos. Foi necessário seguir os básicos princípios de viajante: tomar pé de hábitos,  costumes, tradições, Estação, condições de tempo, e História locais, em qualquer ordem. Resumindo, saber e conhecer o terreno onde se está pisando.

A primeira dificuldade foi o Inglês. Mas não o Inglês comum coloquial ou formal e sim o Inglês das gírias bem atualizadas e expressões variáveis de Região para Região, estado para estado, nível sócio-econômico, cultural, intelectual, diferenças geracionais com o detalhe de estar se comunicando com milhares ao mesmo tempo e observando o estado de espírito de cada um naquele momento. Tem sido uma riquíssima experiência linguística. Divertida mesmo. Nisso, também fizemos escola no Twitter.

O povo americano extremamente prestimoso e gentil não é lá afeito a muitos salamaleques de demonstrações afetivas em público como beijos e abraços tratamentos íntimos de querido ou querida o que para eles,  indica até uma certa rudeza. Lá um ou outro, muito raramente, em geral mulheres. Até os tuites são claros e determinadamente guiados por temas ou agenda, visto que os objetivos deles nas redes virtuais ou é de ordem eminentemente de ativismo político ou negocial e não para fazer amigos como costumam atuar os brasileiros.

A disciplina natural daquele povo não é estranha ao DominioFeminino e facilmente constata quem quiser surfar em nosso Portal e ler nos blocos temáticos, uma semelhança. Eis porque para nós é muito fácil compreendê-los em tudo e desfrutar de companhias que acrescentam, além de parceiros que nos retira do isolamento das idéias políticas e da privação de bons interlocutores.

Inicialmente, nos primeiros tempos, no dia de sexta-feira encontramos uma novidade bem divertida e não compreendíamos como alguns followers fugiam do #FollowFriday se era uma coisa tão divertida e simpática como festa do pijama no estilo americano, é preciso ressaltar. Hoje já não vemos como tão divertida assim. Cansa muito por exigir uma disciplina monumental. Por outro lado, tem o incoventiente de por em risco de ferir suscetibilidades de parte dos seguidores, daqueles que não forem lembrados.

Como citar todos não é possível, principalmente para os que tem seguidores para lá de 60.000 melhor trabalhar com outras estratégias, como, em geral é o que acontece. Mas mesmo assim, para quem tem poucos followers na casa dos 2.000, lidar com o FollowFriday ou #FF requer um descomunal esforço e criatividade.

Há quem demore, ou nunca descubra, certos procedimentos inaceitáves pelos americanos, tal como recomendar alguém como se o seguisse. Esse truque é tão utilizado quanto rejeitado. São espertinhos que para se fazerem  visíveis enviam recomendação para dar impressão de estar entre followers comuns aos dois e chegam  ao cúmulo de fazer RT #FF de estranhos. Tentam assim angariar simpatias e serem seguidos. O truque é manjadíssimo e por isso mesmo  mortal tem resultado desastroso. Seria o equivalente ao "bicão" ou "abeiro", enfim, um oportunista.

Saudações de entrada e saída ficam ao gosto de cada um. Bom dia, boa tarde e boa noite é feita de forma geral. Aqui está a desvantagem dos brasileiros que entopem a timeline com saudações. Uns poucos são saudações sinceras, mas na maioria é visita de manutenção, digamos uma titude política ou politiqueira, em alguns casos.

O #FollowFriday só provoca flood em timelines um dia na semana, enquanto que as saudações personalizadas dos brasileiros entopem as timelines várias vezes ao dia e obriga o saudado a retornar o cumprimento o que toma o tempo precioso de ler todos os tuites, selecionar os melhores, responder ou fazer RT. No uso do Twitter na direção inversa  dos americanos, os brasileiros dispõem de menos substância por diferença de propósitos na vivência da rede virtual (social) do Twitter.

Por conta desta falta de propósitos, o resultado da pouca susbstância do que é tuitado é por ser quase sempre muito aleatório ou são tuites de oportunidade surgidos de notícias inesperadas como repiques e se propagam na mesmice. Para os que estão lá para trabalhar ou dedicar-se ao ativismo político é necessária disciplina redobrada, como pautar os tuites para o dia inteiro, ou se possível adiantar-se em uma semana. Dá até para pautar alguns tuites com um mês de antecedência.

Nisso a disciplina americana ajuda muito, pois que, só há um dia na semana quando todos se cumprimentam, apresentam e indicam seguidores;  essa economia de tempo nos permite programar para perder um dia inteiro, ou não aparecer na timeline, como ocorre com os cansados que se tornam foragidos da sexta-feira do #FollowFriday.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Insustentável é o pessimismo


Este artigo foi originalmente publicado em O GLOBO
Publicado em 08/12/2010 às 17h47m


Está na moda falar de sustentabilidade. Ambientalistas preocupados com as futuras gerações dizem que corremos sério risco de extinguir os recursos naturais, por conta do nosso "consumismo desmesurado". Alguns paranoicos já instituíram até mesmo um "Dia Sem Consumo", que acontece todo ano, no último sábado do mês de novembro. Outros, mais radicais, propõem a destruição coletiva dos cartões de crédito como forma de catarse.

Embora a teoria da insustentabilidade tenha lá seu sopro de lógica, ela está muito longe da realidade. O economista George Reisman refuta categoricamente a tese em seu livro "Capitalism", concluindo que, de fato, o mundo nunca esteve tão abarrotado de recursos naturais como agora, malgrado o crescimento exponencial do consumo humano nos últimos duzentos anos. Parece um paradoxo? Vejamos.

 
A massa da Terra é feita de elementos químicos. Seu núcleo, por exemplo, é formado basicamente de milhões de metros cúbicos de ferro e níquel. Os oceanos e a atmosfera são compostos de incalculáveis quantidades de oxigênio, hidrogênio, nitrogênio e carbono, além de menores quantidades de outros elementos, cada um trazendo consigo inúmeras utilidades, algumas já conhecidas e outras que a ciência irá algum dia descobrir. O petróleo, para começar pelo exemplo mais óbvio, está sob os nossos pés há milhões de anos, mas seu aproveitamento econômico teve início somente durante a segunda metade do Século XIX. O alumínio, o rádio e o urânio, por seu turno, só tiveram serventia ao ser humano de cem anos para cá. Já o emprego industrial das fibras de carbono e do silício aconteceu apenas nas últimas décadas.

 
O problema não é de escassez intrínseca. Tecnicamente a oferta de recursos pode ser descrita como finita, mas, para todos os efeitos práticos, é infinita, não constituindo qualquer obstáculo para a atividade econômica. O que precisamos é conhecer que diferentes elementos e combinações de elementos nos são úteis, chegar até eles e empregá-los para a satisfação das nossas necessidades. Em resumo, os únicos limites efetivos para a obtenção das substâncias economicamente utilizáveis são o desenvolvimento científico e tecnológico, bem como a quantidade e qualidade dos equipamentos (capital) disponíveis para esse fim.

 
A sustentabilidade está vinculada não só ao descobrimento de utilidades para elementos que previamente não possuíam qualquer aplicação prática, ou de novas serventias para aqueles que já possuíam usos conhecidos. Ela se dá também, senão principalmente, pelos avanços que facilitam o nosso acesso a estes elementos - por exemplo, escavando minas e poços mais profundos (vide o petróleo do pré-sal), movendo maiores massas de terra com menos esforço, decompondo compostos que antes pareciam imprestáveis, alcançando regiões da terra previamente inacessíveis ou facilitando o acesso a regiões inóspitas. Graças a tais progressos, a quantidade de recursos naturais economicamente aproveitáveis é, hoje em dia, incomparavelmente maior do que era no início da Revolução Industrial.

Praticamente não existem limites para os avanços futuros. O hidrogênio, elemento mais abundante na natureza, pode converter-se, brevemente, em fonte de energia economicamente viável e limpa. Além disso, a energia atômica, os raios laser e os sistemas de detecção por satélites, entre outras tecnologias de ponta, abrem novas e ilimitadas possibilidades de incrementar a oferta de recursos naturais. O que precisamos é descobrir como utilizá-los, reduzir os custos de sua extração e evitar ao máximo agredir o meio ambiente em volta.

Entretanto, se por um lado a natureza coloca à nossa disposição um volume utilizável de matéria e energia que, para todos os efeitos práticos, pode ser considerado infinito, por outro ela disponibiliza pouquíssimos desses elementos na forma de riqueza. O que transforma em bem de uso a maior parte daquilo que a natureza oferece são o trabalho e a inteligência humanos.

A solução, portanto, não está em restringir o consumo, mas em motivar as pessoas para o trabalho e o desenvolvimento tecnológico, algo só possível em sociedades onde prevalecem a liberdade econômica e, fundamentalmente, o direito de propriedade. Tudo de que precisamos é mais capitalismo, único modelo em que as pessoas criativas, engenhosas e diligentes tendem a dedicar-se com afinco à ciência, à pesquisa e aos negócios, pois sabem que o resultado de seus esforços e investimentos reverterá em seu próprio benefício.

 
JOÃO LUIZ MAUAD é administrador de empresas.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A diferença que nos separa


A diferença que nos separa



Muitas escavações analíticas sobre os resultados da eleição para Presidente da República já foram feitas com maior ou menor disposição intelectual e de variadas abordagens. No tocante à abordagens meramente opinativas, sempre há vagas sobrando para muitas outras por ângulos, enquadramentos e lentes diferentes. Ao leitor cabe editar e compor seu próprio feixe de opinião.

Os partidários enxergam pelo lado do jogo do poder, pouco ou nada importando a não ser o ganho eleitoral e qualquer exceção é sempre minoria que surpreende. Partidários, referimo-nos aqueles filiados aos partidos políticos. São todos importantes, pois, do contrário não haveria aglutinação em torno dos candidatos. Partidários cabos eleitorais, estes esquecem a derrota com facilidade devido à militância remunerada ou com fins de sobressairem-se e conquistarem clientes em outras eleições. Ainda que participem a soldo, também não são prescindíveis.

A eleição de Dilma Rousseff para presidente do Brasil foi uma dor só, para aqueles que se arriscaram a se opor, por convicção, por conta dos riscos que ela representa para a Liberdade individual do povo brasileiro. Os que se ocuparam na campanha, apoiando o candidato José Serra, sem militância partidária foram os maiores perdedores e não se recuperam da perda com tanta facilidade. Não conseguem se recuperar tão rapidamente porque não estavam ali defendendo ganho de poder dentro de nenhum partido ou não estavam pleiteando contratação como animador eleitoral.

Este resultado ressaltou o quanto as convicções de tantos é oportunista : o rei morreu, viva o rei. Seja por indiferença real seja por deficiência de caráter, algumas pessoas ousam pregar a oportuna hegemonia ao convocar que se jogue fora as diferenças de opiniões. Esqueçam-se das diferenças e todos agora em torno do novo presidente por um Brasil... esse Por um... é que mata. Surrado clichê que ainda vigora quando se trata da empulhação de sempre. Os usuários da enxovalhada expressão são os mesmso preguiçosos que apelam para o tal voto consciente que, também,  nada traduz.

Jogar fora as diferenças é falsear as convicções em benefício da ideologia comunista e não em benefício do Brasil e como diz nossa acompanhante @carolaf88  " Dirimir diferenças no meu dicionário é coisa de totalitarismo."

Para nós do DominioFeminino e muitos outros que se empenharam na campanha para a Presidência da República beneficiando José Serra em detrimento de Dilma Rousseff não havia compromisso com este ou com aquele partido político e sim com nossa integridade ( o  voto consciente que ninguém sabe traduzir  )  na melhor definição de Ayn Rand:

"Integridade é o reconhecimento do fato de que você não pode falsificar a sua consciência."

O resultado da convocação para a hegemonia é resultado dos vícios da amizade sinônimo da conhecida síndrome política do rabo preso cunhada a partir do caso do Deputado Edmar Moreira, o deputado do Castelo. Contra isto, a oposição deve ser bem definida, clara e renhida, pelo bem dos 46% dos brasileiros que não se afinam com as propostas de um governo de tirania da terrorista e feminista Dilma Rousseff que só por interferência do  poder de um homem, o  Lula e suas barbaridades, alcança a vitória e já começa a maquiar sua biografia tal como seu mentor.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Partido do Cangaço

Partido do Cangaço




Prevenidos contra as ordens de "Lula Lampião e os coiteiros", PSDBistas farão passeata em Copacabana, saindo do Posto 6, no Rio de Janeiro, domingo 24, usando capacete, uma alusão irônica e de protesto aos ataques organizados pelo  PT contra o candidato José Serra no último evento, naquela cidade. Segundo informação, os estoques de capacetes à venda, no Rio, estariam zerados.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

TROPA DE ELITE 3 contra José Serra

TROPA DE ELITE 3




O noticiado e publicado fartamente dá conta de que as orientações de Lula para este 2° Turno de campanha eleitoral à presidência deveria ser "meter a porrada" no candidato José Serra. Este teria sido o motivo pelo qual Dirceu, Ciro e os demais caciques terem se decidido por ouvir o Lula, mas não acatar as orientações. O único motivo, pode-se deduzir, que ao baixar a porrada no candidato Serra estaria espondo a Dilma a também, levar porradas de volta. Dilma que não está aguentando mais nem um rato pelo rabo, tal deve ser seu estado fragilizado tanto fisica como psicologicamente.

Porém, a orientação do Lula parece que foi transferida para a campanha fora dos debates sob holofotes para o estádio campal. Hoje, dia 20 de outubro, em Campo Grande, Rio de Janeiro concretizou-se a ordem dada pelo cangaceiro-chefe Luiz Inácio Lula da Silva, vulgo Lula e Serra foi agredido fisicamente ao ser perseguido pela matilha de filiados e bandidos financiados pelo PT . ( Leia reportagem de VEJA )

O discurso repetido da candidata Dilma cai por terra quando acusa constantemente o candidato José Serra de fazer campanha de ódio. Quando o próprio Lula, autor da ordem, de cima de palanque enxarcado por copiosas doses de álcool eleva o tom e fala do ódio dos ricos contra os pobres. Em caso de vitória de Dilma Vana Rousseff, ódio e selvageria definirão o tom do marqueting para as futuras campanhas eleitorais.

Este novo filão verdadeiro achado de nicho de mercado será responsável , também, por um início de pagamento de pena alternativa para criminosos que ao invés de irem para a cadeia comum cumprirão pena no PT, com a garantia de empregos em época de eleições. Capitão Nascimento pode se preparar para o Tropa de Elite 3 ( Leia no Blog da Maria da Penha ).

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Adeus, Dilma Paz e Amor !



SEGUNDO TURNO  marcado pelo Debate organizado pela BAND e regido pelo Ricardo Boechat, na noite do dia 10, deu para começar a ter-se ideia de quem são os candidatos à Presidência do Brasil, embora nenhuma surpresa para os mais bem informados e conhecedores da História do Brasil, a história mais recente.

Para as novas gerações de eleitores desengajados, para a militância histérica do Partido dos Trabalhadores e para os desinformados, a candidata Dilma não deve ter demonstrado a verdadeira pessoa que foi no passado e, no presente mostra-se muito pior do que um dia já foi. Este público não consegue ver a diferença que é gerada pela incapacidade de articular o pensamento e por não ter um aguçado espírito crítico, além da desinformação.

Ao contrário da voz de Deus, voz geral da grande imprensa, nós da mínima imprensa do DomínioFeminino não interpretamos o debate dos candidatos como uma arena de gladiadores. Dilma queria que assim fosse porque é da natureza sanguinolenta da guerrilheira que vive em seu interior. Toda a biliosidade e destempero nada mais podem ser traduzidos do que o total desespero do futuro diante das urnas.

Com voz arfante, demonstrando inquietação e insegurança Dilma fez de tudo para demonstrar que ela não precisa do Lula para ganhar as eleições e para dirigir o País. Com isto Dilma revelou o verdadeiro tom ditatorial resultado dos treinamentos da guerrilha e do terror e sua parecença com o Presidente Lula com os mesmos predicatos adquiridos de maneira natural, defeitos de nascença. A hora de clareza deste seu lado foi no momento em que em tom ameaçador, a candidata admoesta o candidato José Serra para que ele se cuide e não venha a ser alcançado pelo Ficha Limpa.

No que José Serra perdeu uma grande oportunidade de recordar à guerrilheira sua ficha nos arquivos militares que, apesar dos gritos  PT estão aí nas mãos deles e jamais foram abertos. Mesmo que a história do Serra tenha sido na baderna, ainda assim,   não trilhou pela guerrilha armada.

Perguntamo-nos se o PT já não deve ter alguma armadilha fabricada para perseguir, ainda mais, o candidato José Serra. Essa é a conhecida arma com que os comunistas do Partido dos Trabalhadores (socialistas) usam para conseguir obediência e silêncio dos seus opositores. Este é o Partido dos Trabalhadores da família do Partido dos Trabalhadores da Coréia do Kim Jong-Il e não do Partido dos Trabalhadores da Inglaterra.

A idéia dos marqueteiros do PT de criar uma Dilma Paz e Amor no modelo do que foi feito nas eleições de 2002 para o Lula está enterrado bem fundo. O melhor modelo que cabe na Dilma Vana Rousseff é o modelo do AR-15 ou similares mais atualizados com os quais ela tem grande familiaridade e não é para auto-defesa, é para a agressão às LIBERDADES.

No debate da BAND, agora sim, vocês eleitores puderam ver as vísceras amargas da Dilma e o grande perigo que seria eleger a candidata Dilma Vana Rousseff para Chefe desta Nação ! Verdadeira Hugo Chàvez usando blush.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Dilma e Serra, comparando perigo biográfico




E se? A teoria da Conspiração... artigo da nossa colaboradora Angela Riore, no DominioFeminino, mostra-se excessivamente severo na sua opinião, porém, em boa medida concordamos com ela sobre a campanha do candidato José Serra, neste Primeiro Turno, quando ele insiste em comparar a biografia dele com a da candidata petista Dilma Rousseff, ele o faz de modo omisso ou acovardado. Seria necessário ser enfático para ser honesto com os eleitores, primordialmente, com os jovens eleitores que desconhecem o passado de terrorista, assaltante e sequestradora,  da candidata do Partido dos Trabalhadores.

A biografia da Dilma, se eleita, mentirá para a nossa História. As biografias dos dois candidatos seguem na mesma linha, mas só até determinado ponto da militância pela Esquerda. Serra não aviltou os valores de respeito à vida, ao contrário de Dilma Rousseff. Serra não introduziu as modalidades de crimes tal como aconteceu com Dilma.

Ora, de violência o povo brasileiro está farto de conhecer e viver. Por que o povo não deveria saber que seus filhos sequestrados e  suas casas assaltadas representam a criatividade da possível pessoa que irá definir seus destinos? Que nação escolheria um governante com tão péssimos exemplos ? Imaginem Dilma Rousseff discorrendo sobre a vida dela numa escola, relatando os verdadeiros fatos.

Uma conversa da Dilma presidente com jovens nunca poderia ter aberto um forum para perguntas sem que fossem previa e convenientemente apuradas para inibir a ousadia dos jovens com algum pouco conhecimento sobre a vida pregressa vivida na clandestinidade.

Se bem recente, o presidente Lula teceu loas ao passado guerrilheiro tanto dele como da sua candidata Dilma Rousseff como publicado aqui em O GLOBO, não poderia o candidato José Serra utilizar-se daquele momento para combater o furibundo desejo tirânico da adversária e alertar o eleitor brasileiro ? O medo de confrontar é tão assumido por Serra e pelo PSDB que pode-se pôr em dúvida o desejo do candidato e do partido dele em ganhar as eleições, como bem analisa nossa articulista, Angela Riore.

Qual a moral da candidata do Lula, Dilma Rousseff teria para lidar com a Segurança Interna e combater o crime e a violência, se ela própria é o exemplo arrematado da experiência? Estas e as perguntas da Angela Riore deve suscitar desejos de respostas urgentes antes que a desgraça possa vir a ser finalizada.

sábado, 25 de setembro de 2010

Contradições do Tea Party americano


Não há contradições se você não desistir da leitura.


Voltamos ao Movimento do TeaParty americano, desde que iniciado o grassroot preparatório até a escalada ao Capitólio em Washington, agora para esclarecer melhor sobre os resultados aparentemente desastrosos como foi apresentado no artigo, em Português, de Lucas Mendes na BBC, jornalista e escritor brasileiro há muitos anos radicado nos Estados Unidos.

Desde o seus primeiros passos pelo grassroot, o Movimento do Teaparty que já ficou aqui bem explicadinho, seu objetivo era, não apenas protestar contra os altos impostos que incidiriam sobre o projeto do Health Care, promessa de campanha do presidente Obama, embora, originalmente este não fosse um projeto dele. Obama acolheu o projeto na falta de uma agenda de governo. Do outro lado o Partido Republicano sem maioria no Senado nada podia fazer para brecar Obama, e, com um agravante da existância do RINOS que vêm a ser aqueles representantes republicanos tidos como *em cima do muro* por se dizerem moderados e que para garantir os votos dos hispânicos estavam se bandeando.

O que mais pretendia o Movimento do Tea Party ? Pretendia pressionar os Republicanos para votarem contra uma série de outras propostas do governo de Obama, como por exemplo, o pacote de estimulos aos bancos, o desarmamento e o aborto. Esses dois exemplos só para ilustrar. Veja outras exigências no site do Movimento Tea Party. O Tea Party mostrava ao Partido Republicano que a vontade dos cidadãos está acima da vontade partidária. Eles estavam dizendo que: se o Partido Republicano não saisse de cima do muro eles , então,  formariam seu próprio partido.

Por conta de barrar os projetos de Obama, o objetivo é eleger o maior número possível de Senadores conservadores para que, na renovação do Congresso todos, conservadores e independentes possam barrar as pretensões do Governo do Presidente Obama, consideradas algumas inconstitucionais e outras que poderiam ser votadas pelo Senado e atentar contra a Constituição americana. O que é considerado insconstitucional para o povo americano? Tudo que não constar da constituição é inconstitucional.

Nada entenderemos sobre o assunto sem que tenhamos em mente a importância da Constituição americana para aquele povo que se pode dizer portador do título de cidadania. O que moveu os americanos pelo caminho da rebelião do Tea Party foi o espírito Constitucional que na visão deles estava sendo ameaçado por Obama. Obama estaria seguindo apenas as leis e não o espírito constitucional. Complicadissimo para a quase totalidade do povo brasileiro. O texto do jornalista Lucas Mendes demonstra isto claramente da mesma maneira não poderá enxergar a maioria do povo brasileiro.

Lucas Mendes preferiu o caminho quase prosaico em sua análise. Uma pena que ele tenha analisado desta forma e se expondo de uma maneira que sua reputação não deveria merecer. Com sua experiência de vida, residindo nos EEUU, ele poderia ter traduzido para nós brasileiros como se trata o espírito de orgulho de uma nação quando este orgulho existe e tem motivos para existir.

Lucas Mendes não disse que um, apenas um cidadão americano, o primeiro a fazer o protesto enfrentou o frio, enfrentou a sensação de desamparo em situação adversa:

Dale Robertson lembra que momento muito importante ...


"Saí de casa no Texas em 04 de fevereiro de 2009 e dirigi toda a noite em direção a Washington DC, sem parar, fui contra a vontade de minha família, amigos e desejos da mulher.


Eu dormi apenas uma hora naquela noite e telefonava para minha esposa enquanto eu atravessava cada Estado. Na noite seguinte, em 5 de fevereiro de 2009, eu já havia chegado a Washington, e fique na Pennsylvania Avenue protestando, sozinho e com frio."

Dale Robertson venceu ao chamar atenção da mídia conservadora e dando o único exemplo que precisava para tirar o povo americano da inércia diante da ameaça das políticas socializantes de Barack Obama. Daí para a rebelião foi um dedinho de homens que não dependem de fazer negócios com o Estado e que, por isso, são desassombrados.
 
De nada importa que agora alguém se preocupe com as contradições em torno da  indicação de Christine O'Donnel pelos simples fato de que em nada, nenhuma decisão tomada em um Estado afetará nenhum outro pelos simples fato de que existe a independência dos Estados. Cada estado decide como quer seus habitantes de acordo com suas leis locais. Entenda melhor sobre a solução aqui no link: É o federalismo, estúpido !

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Dor de barriga democrática ou amarelões ?



Como nunca antes na história deste país, esta é mais uma situação verdadeiramente surreal. O “Manifesto em Defesa da Democracia” em ato público a ser realizado hoje, quarta-feira, 22, ao meio dia, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, espanta porque exatamente dentre as ilustres assinaturas estão as carimbadas figuras de proa que por tantos anos, literalmente, alimentaram a Esquerda em geral e particularmente, o Partido dos Trabalhadores.

Com uma das mãos, muitos deles alimentavam o PT e com a outra recebiam benesses em forma de patrocínios para algum fim, cultural ou em benefício de alguma entidade, sempre com um suposto em prol do social ou de qualquer jeito para qualquer coisa "como um todo".

Nunca esquecido do Grito dos Excluidos - que reverberam pela goelas dos movimentos sociais e sindicais, pois todos se fundem em um só mamando nas mesmas tetas oferecidas pelo próprio Partido dos Trabalhadores desde que aboletou-se nos Poderes - criado, mantido e defendido pela ala progressista Católica, em prejuízo da Religião inclusive, deixaria de estar representando em ambas as correntes que, só aparentemente,  se desencontram.

Neste momento glorioso quando a Esquerda PT comunista, esquerda verdadeira, assume seus compromissos revolucionários que nunca foram renegados, diga-se de passagem, essa esquerda que pelo visto estava mais para panacéia do que qualquer outra coisa, surge apavorada defendendo uma Democracia que eles nunca contribuiram para edificá-la,  pelo simples fato de que nós brasileiros não temos a menor idéia do que venha a ser esta Senhora.

Inclusive, substituiram o que deveria ser democrático pela palavra republicano como se as duas coisas tivessem o mesmo significado. República qualquer pais tirano é. Todos agora falam que tal e tal ato não é republicano. Claro, a palavra democracia tem sido tão lambida por porcos que passou a ser fator de contágio para graves males da política e comportamento do povo brasileiro. A intenção era mesmo esvaziar a palavra do seu sentido de Liberdade e conseguiram.

O receio de uma remota reação militar adicionado ao temor do tratamento que receberão, bem depressa, fez com que essa facção da esquerda se pronunciasse, apenas porque é certa a virada para uma ditadura. No tocante à reação militar ela deve ser qualificada como remota mesmo. Lula distribuiu todas as estrelas que podia distribuir e assim neutralizou os possíveis defensores da Constituição manca e bêbada, que sequer merece defesa. Tendo em vista que o Estado de Direito se baseia em uma Carta Magna verdadeira, nós não temos nada garantido ou a garantir.

Com os Poderes subjugados e corrompidos, entidades que nada representam mais para a salvaguarda da Democracia, mesmo deficiente, nada mais normal do que outro poder maior a tome para si. E disso todos os signatários da lista de celebridades sempre souberam porque, mais uma vez, todos trabalharam arduamente para que aquí chegassemos.

Então, chegando a hora H como é que aqueles senhores e senhoras grandes personalidades da recente história do Brasil podem se assustar com o que eles ajudaram a promover ? O que foi que saiu do controle e que eles não viessem acompanhando bem de perto? Ah, mas não sabiam que iria ser assim? A esta altura o Fernandinho Beira-Mar é que é o verdadeiro inocente útil. Mas a brincadeira foi longe demais ? Brincar de esquerda socialista, assim vocês não querem? Então, que tivessem parado há muito tempo.

Fato é que o PT e o Lula fizeram o que prometiam,  mesmo com a coragem dos canalhas, mas fizeram e fizeram bem feito. Problema agora é de quem não acreditou. Só mesmo no Brasil para ver a Esquerda propondo um selo Democrático.

Leia a relação de nomes e assine se você estiver convencido de que há chances de um dia saber o quê, e como seria uma República Democrática:



segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Eles jamais entenderão

ALLYRIO Meira WANDERLEY – Escritor (paraibano)

Apaixonadamente pugnou pela separação do Nordeste, apontava como um dos motivos a nenhuma identificação entre o Norte e o Sul:

└═─"É esse o Nordeste, unidade geográfica onde se expande uma unidade étnica com uma só história e uma só política, com um só feixe de costumes no presente, com um só feixe de tradições no passado e com um só feixe de esperança no futuro, entrelaçada pela mesma rede de interesses econômicos, pela mesma vontade coletiva de viver em comum e pela necessidade de criar para si uma organização, a cuja sombra possa crescer e florir o espírito que anima e a distingue de norte a sul e de leste a oeste. Paraíba e Alagoas, Sergipe e Rio Grande são bocados esparsos e vividos de Pernambuco. O Ceará tem tanto a ver com o Paraná como a Bolívia e a Etiópia; mas com Pernambuco..."─═┘*

* - “As Bases do Separatismo”. 1935

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O que o twitter não é



Lugar fácil para exibicionismo pessoal.



Já abordamos o assunto no Portal DominioFeminino, de forma branda. Agora, diante do explicitado pelo Kevin Thau, vice-presidente de negócios e de desenvolvimento corporativo do Twitter em evento da Nokia - Nokia World 2010, nessa terça-feira de Setembro/2010, dia 14 - durante o qual ele ratifica que a rede de microblogging  não é uma rede social. “O Twitter é para notícias. O Twitter é para conteúdo. O Twitter é para informação”, disse Kevin Thau.

Nossa convivência com followers americanos além de toda leitura oferecida na página e no Blog do Twitter nos fez compreender, sem dificuldade alguma, os objetivos da Rede Virtual e não Rede Social. Inicialmente o Twitter, o que Kevin Thau não disse, seria principalmente para divulgar e fazer negócios. Porém, ao que parece, houve alteração da concepção inicial.

Muitos poucos dos nossos followers americanos, que são maioria, twittam assuntos de natureza pessoal. A famosa palavra de ordem  que é a interação se dá em função de troca de informações políticas, e também por educação e gentileza. Agradecimentos, saudações e interesse em juntar contas para formação de grupos identificados em seus interesses, também, de natureza política.

Os brasileiros destoam dos usuários estrangeiros do Twitter muito em função de sua experiência com o favelizado ORKUT e o atual FaceBook, ainda não favelado (podem ler favelizado). Até pela diferença de conceito de jornalista no Brasil, diferentemente de como se compreende e se vive nos Estados Unidos, aqui só se concebe o jornalista que trabalha para os grandes jornais e revistas.

O jornalista independente como é o DominioFeminino e outros - como exemplo o Consultor Jurídico -, não são vistos e compreendidos como um veículo de notícias. Esta mentalidade que a Esquerda pretende arrematar com a obrigatoriedade do Diploma, tendo em vista a sindicalização em massa fazendo uso dos interesses dos Cursos ditos Superiores da iniciativa privada é parte da grande confusão entre nós brasileiros.

Temos observado que algumas empresas bem timidamente já se lançam no Twitter com fins comerciais e empresariais. Uma dessas é a conta de uma conhecida empresa de descupinização, por exemplo. Então, isto indica que algum brasileiro conseguiu compreender os objetivos iniciais do Twitter. Nesta direção, convém ressaltar que falta às empresas  planejamento e organização na atividade pelo Twitter.

Além da substância que falta aos brasileiros no Twitter há o fator bem ao jeito brasileiro que é a tendência ao lúdico. Um botequim foi instalado no Twitter. Sem dúvida uma iniciativa simpática e divertida, mas totalmente desapropriada para o uso inteligente desta ferramenta tão rica para fazer dinheiro além de integrar notícias do mundo inteiro em tempo real.

Do grupo de notícias, para melhor se compreender: vários americanos noticiam chegadas de tempestades e outras catástrofes naturais. De dentro do abrigo contra terremotos, uma americana lança o alarme para todo o Estado dela, descrevendo seu medo, inclusive. Já houve caso de pedido de socorro que foi repassado em RTs até ser atendido.

Músicos, como a banda australiana DamienCripps que trabalha exaustivamente divulgando suas músicas e turnês com planejamento seguido à risca sem nunca deixar um fã sem retorno de agradecimento por RT ou por divulgar a musica deles com o conhecido listening to. Aliás, aproveitamos para dizer de outra falta grave entre os brasileiros: pedir desculpas e agradecer. Uma falta de educação inaceitável entre os americanos e em passado longínquo, entre nós mesmos.

Dar um RT para muitos usuários do Twitter é mais aconselhável do que tuitar inutilidades. E sobre a importância do RT, também, já escrevemos no post RT não é elogio

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

RT não é elogio



#calabocalula


Antes que se pense que receber um RT é motivo para massagear o Ego, nós do DominioFeminino não sentimos assim. Para nós, o RT é uma aprovação, uma comunhão de opinião entre o tuite enviado e o leitor. Uma espécie de guia para quem tuita. Você sabe que encontrou pessoas que pensam como você e se afinam com suas idéias. Bom para medir o entendimento de quem retuita. Se você recebe um RT você pensa, ôpa, estou no caminho certo; ôpa, encontrei alguém que entendeu. É reconfortante.

Na tag movimentada do #calabocalula que atingiu o trending do Twitter (Brasil) pudemos constatar que os tuiteiros mais lúcidos não estão empolgados com brincadeirinhas ou ironias atoleimadas neste período eleitoral, contra Dilma e Lula. As pessoas estão preferindo tuites mais sérios, com substância que demonstre eduação política que ofereça argumento de altura próxima ao constitucional.

Um RT não é um elogio para agradar os vaidosos. Ao menos não deve ser entendido assim. Para os tuiteiros que têm uma claque organizada isto é comum. Para quem não está interessado em organizar torcida o RT é providencial e todos os que são retuitados devem agradecer e se sentirem felizes por haver encontrado pessoas que estão atentas e afinadas com o que você tem a dizer.

Tem sido incontáveis os RTs oferecidos ao DominioFeminino e, aprendemos com nossos followers americanos como nos portar em relação à gentilezas, delicadezas e atenções dispensadas. Na vida real não fazemos diferente. Apenas transferimos para as comunidades virtuais o que no trato diário, em nossas famílias e entre amigos praticamos.

Percebemos causar certa admiração quando agradecemos. Não sabemos se causamos desconforto ou surpresa. Para todos que dão RT ao DominioFeminino, fica gravado aqui, nossos agradecimentos pelo suporte.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Opinião do leitor eleitor









Vez por outra lá está o DominioFeminino às portas dos Blogs do Reinaldo Azevedo e Noblat. Nenhum problema com azeitonas tendo em vista que somos independentes, sem patrões. 

Apenas uma vez nossa opinião foi publicada no Blog do Reinaldo Azevedo e a segunda vez, foi impugnada; para não dizer que foi para o lixo. No Blog do Noblat, uma única vez o visitamos e postamos opinião que teve o mesmo destino da segunda como ocorreu no Blog do Reinaldo. Com certeza, quebramos alguma regra.

O Blog da Miriam Leitão — acabamos de vir de lá — como sempre, nossa primeira tentação é ler os comentários postados. Em todas essas nossa visitações o motivo da resistência em postar alguma coisa é mais porque, o que lemos de postagens, são sempre as mesmíssimas. A cantilena é sempre a queixa exaustiva, nunca alguém empunhando um facãozinho pacífico como faz o MST. Nunca, alguém pensando em partir para ações, de fato.

As pessoas ficam enleadas em ter suas opiniões publicadas nos Blogs dos renomados veículos e distinguidos colunistas e jornalistas, atendendo os interesses de visitações. É bom prestigiá-los, sem a menor sombra de dúvida e, mais importante, em tempos de ameaças de censuras aos veículos de comunicação, modelo já praticado em outros países primeiro-mundistas latinos, a prática deve ser revigorada.

Há um pressuposto de que os políticos leiam estes colunistas e, acreditamos que devem ler, se eles lêem e citam o DominioFeminino, por que não leriam o mainstream media ? O pressuposto da leitura é plausível, ao contrário de alguma importância que lhes dêem. O mais certo é que eles digam “lemos, mas não damos importância, salvo se nossos nomes forem citados. Aí, a coisa muda de figura porque podemos faturar algum dinheiro extra, levando-os à Justiça. E, de quebra, exposição positiva dos nossos nomes.”

O mesmo suposto fenômeno ocorre nas seções de cartas de leitores dos jornais impressos. Todo mundo mete o malho, os políticos lêem, e, continua tudo no mesmo lugar. O único benefício é que o leitor, sortudamente, publicado tem é a vaidade massageada.

A conclusão é desanimadora: somente a vaidade leva o leitor a postar sua opinião nestes fóruns, mesmo os mais prestigiados. Ficamos combinados assim: o leitor pensa que acrescenta e vai resolver os problemas individuais e do país, os políticos lêem e morrem de vergonha e de receio do povo e, os que escrevem cumprem sua missão.  A única possibilidade plausível é a última.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Falta constância no Twitter: Morte do escritor Yves Hublet

Juntamente com a mensagem de e-mail recebida pelo DominioFeminino sobre o caso da morte do escritor curitibano Yves Hublet, recebemos o comentário abaixo.
└═─Se a notícia procede, mais um exemplo flagrante de que já estamos vivendo sob regime similar ao de Chávez. Faltam só alguns retoqes na maquilagem da falsa democracia tupiniquim...
PS: assim como não existe meio virgem ou meio grávida, não existem: meio honesto, meio comunista, meio bandido ou meio terrorista...─═┘

A morte do escritor curitibano que atacou Zé Dirceu a bengaladas


O curitibano Yves Hublet ganhou destaque no Brasil no dia 29 de 2005 ao atacar a bengaladas o então deputado José Dirceu, que estava sendo processado por envolvimento no “mensalão”. Ele era escritor e morreu na segunda-feira (26) na capital federal em circunstâncias estranhas, segundo relato de seu editor e amigo Airo Zamoner, da editora Protexto.

Hublet completou 72 anos em abril passado. Segundo o editor, depois do episódio da bengalada, o escritor enfrentou vários problemas no país e mudou-se para a Bélgica, pois tinha dupla cidadania. ”Voltou em maio último para Curitiba a fim de tratar de um livro a ser publicado por minha Editora e para tratar de papéis de um casamento anterior, pois pretendia se casar novamente na Europa”, revela Zamoner.

Segundo este, para retornar à Bélgica Yves Hublet foi até Brasília. ”Ao descer do avião foi preso em Brasília e ficou incomunicável”, segundo o editor. No presídio teria adoecido e foi hospitalizado, sob escolta. “Alegou-se que estava com câncer. Ele teria falado com uma assistente social e passou o telefone de uma ex-namorada de Curitiba de nome Solange. Foi ela quem recebeu telefonema de Brasília comunicando o falecimento do Yves.

O corpo dele foi cremado por lá”, informa o editor Zamoner. Yves Hublet escreveu livros infantis como “A Grande Guerra de Dona Baleia” e “Artes & Manhas do Mico-leão-dourado”, além de histórias em quadrinhos para a Editora Abril.


░▒▓▓▒Desarticulação░▒▓▓▒

Após tomarmos conhecimento desta notícia totalmente suspeita, lembramo-nos do caso do outro escritor curitibano Wilson Bueno, homossexual, assassinado por um michê de programa. Naquela ocasião o Senador Álvaro Dias, no twitter, comunicou que havia feito um pronunciamento no Senado sobre aquela perda . Lastimável como toda vida perdida é lastimável, contudo sem nenhuma glória ou honra, porém inapropriado pronunciamento para o Senado Federal.  
 
Desta vez, a morte altamente suspeita, até aqui, do escritor Ives Hublet, merece um pronunciamento para arguir sobre as circustâncias de um possível assassinato por vingança, prática corrente no PT.
 
Aproveitamos uma passagem rápida do Senador Álvaro Dias/PSDB/PR e travamos o diálogo como segue:
@alvarodias_ Senador, nos perdoe , mas não podemos nos furtar em nos manifestar.
@alvarodias_ O escritor assassinado p michê mereceu discurso. A morte do escritor IVEZ HUBLET, q deu bengalada no Dirceu ganhou SILENCIO !
@alvarodias_ Boa noite. A morte do escritor curitibano que atacou Zé Dirceu a bengaladas http://tinyurl.com/2brzpxn #CelsoDaniel
@alvarodias_: @dominiofeminino Ainda é tempo.Hj o discurso foi sobre questões relevantes que estão caindo no esquecimento em meio à campanha
@alvarodias_: @dominiofeminino vou fazer pronunciamento amanha pedindo investigação sobre a morte do Yves.

Estamos no aguardo de que alguma investiganção com indiciados e culpados possam surgir a partir do pronunciamento do Senador.

Neste ínterim, alguém de boa-vontade sugere:

@dominiofeminino Bom dia garotas. Estou pensando em lançar o movimento Yves Hublet, suprapartidário, para darmos bengaladas em quem mereçe.

Não fosse a tibieza e inconstância do povo brasileiro que não se altera nem na velocidade e facilidade do Twitter, certamente o povo poderia fazer muito mais. Por iniciativa de @Javale, algumas tags serviriam de ponto de convergência para a discussão das #FARC e do Foro de São Paulo, também como tag. DominioFeminino sugeriu que se condensasse para #FDSP e assim ficou. 

Ocorre que, para desânimo e exemplo de inconstância, os contrários à Dilma e ao PT não apresentam as qualidades de convicção, mobilização e persistência do PT. As tentativas de organização terminam como fogo de palha e logo todo o combinado é esquecido.

Ninguém com um mínimo de seriedade abraçará iniciativas, ainda que sejam as mais bem intencionadas, são largadas pelo meio do caminho, até pelos próprios idealizadores, por desânimo ou inconstância. Como na proposta de movimentação em torno do escritor Ives, o tuite não faz o approach correto. Mobilização só para dar bengaladas? Se for para dar bengaladas, melhor esperar pelo mesmo desfecho. O Assunto é grave por demais. Trata-se de suspeita de assasssinato, no mínimo. 

Como suspeita de assassinato, o objetivo correto seria exigirmos do MP que apresente pedido para diligências investigativas, que abra um processo para investigar. Neste caso, o MP já deveria ter se pronunciado.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Limite às despesas públicas

Rubem de Freitas Novaes

No momento em que candidatos à Presidência começam a delinear seus programas de governo, nada melhor que estabelecer, diante do quadro de rápida expansão governamental vigente, alguns princípios para uma reforma do Estado. Vamos a eles: • O Estado não tem vontade própria, nem se situa acima dos indivíduos. É apenas um meio de instrumentar a vontade dos cidadãos, quando esta vontade não pode ser adequadamente atendida pelo sistema de mercado. Assim, antes de discutir tributação, deve-se definir os espaços que o Estado deve ocupar em uma sociedade livre e em que nível de governo poderá melhor cumprir suas tarefas.

Não existe “almoço grátis”. O governo não produz recursos, mas apenas os transfere de uns para outros, capturando para si uma gorda fatia. Qualquer conta é sempre paga pela população, seja sob a forma de impostos, de empréstimos ou de inflação.
"A ação pública, principalmente a de caráter social, deve ocorrer tão próxima quanto possível da população alvo. O prefeito sabe melhor que o governador, que sabe melhor que o presidente, das necessidades dos cidadãos. Mas ninguém, em qualquer nível de governo, pode saber mais que o próprio cidadão das carências e prioridades."

A atividade estatal precisa ser encarada como qualquer outra atividade econômica. O Estado, em suas diferentes esferas, presta diversos serviços e, para isso, cobra impostos da população.

Uma Federação, para fazer sentido pleno, tem de permitir que as partes que a compõem compitam entre si na atração de indivíduos e empresas. Impedir que isto ocorra tem o mesmo efeito maléfico de monopólios ou cartéis na economia privada.

A atividade governamental é inerentemente ineficiente e geradora de corrupção por administrar recursos bem longe do “olho do dono”. Segundo a sabedoria popular, “a ocasião faz o ladrão”.

Pois bem, quem faz esta ocasião é a massa enorme de dinheiro descuidadamente movimentada a centenas de quilômetros do cidadão-contribuinte.

Postos estes princípios, cabe indagar o que faz com que tenhamos a sensação nítida de que o Estado não nos devolve em serviços o que pagamos de impostos e, mesmo assim, pouco façamos para reverter a situação.

O fato é que, não só aqui, como por todo o mundo, indivíduos e suas famílias foram perdendo espaço para uma “vontade geral”, que nada mais é que a vontade dos governantes de plantão. Presumivelmente, estes governantes não teriam os mesmos defeitos dos cidadãos comuns e buscariam apenas o bem da Humanidade.

Na realidade, são tão ou mais falíveis que cada um de nós e, em sua ânsia de mais poder, engordam os orçamentos públicos por motivos muito pouco recomendáveis. Para a defesa dos interesses difusos da sociedade contra os grupos organizados de pressão, só resta uma solução prática: estabelecer limites legais, de preferência constitucionais, para as despesas públicas. Chega!

RUBEM DE FREITAS NOVAES é economista.
O Globo - 06/05/2010

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Saibam como o Sr. Lula ficou milionário já em 1980



Como o Sr. Lula ficou milionário já em 1980


Prezados Srs.

No início do fim do ano de 1986 fui trabalhar na Karmann Ghia do Brasil, cita na cidade de São Bernardo do Campo, e nesta empresa conheci o motorista particular do presidente desta empresa.

Com a convivência, a nossa amizade foi se consolidando, e fiquei sabendo que nos inícios dessa década ele fora "motorista particular" do presidente da Volkswagen do Brasil e, numa reunião de amigos, ele confidenciou o seguinte:
"Eu era o responsável por entregar pessoalmente os vultuosos pagamentos, em moeda americana, para o sindicalista encarregado de promover as Greves dos Metalúrgicos a mando do meu patrão".
O Presidente da VW era o Sr. Sauer, o sindicalista era o Sr. Luis Inácio da Silva e era assim que estas montadoras conseguiam deixar os "Governos" em suas mãos e obriga-los a fazer seu jogo sujo.

O esquema funcionou por muitos anos da seguinte forma:

1.- Os pátios das montadoras lotados de veículos com os níveis de vendas muito baixos, e para cortar custos necessitavam demitir funcionários.
2.- As montadoras anunciavam a demissão em massa de 5 a 10 mil trabalhadores.
3.- Os presidentes das montadoras davam ordem para que fosse deflagrada um "Greve".
4.- O motorista levava a ordem e a pasta 007 com o pagamento antecipado, para o Lula promover ditas greves.
5.- Se iniciavam as negociações entre Montadoras, Trabalhadores e o Governo.
6.- Os Governos não podiam deixar acontecer demissões em massa, pois afetaria enormemente a economia do País, posto que, para cada demissão nestas montadoras, haveria 3 a 4 demissões nas empresas "satélites", ou seja nas fornecedoras de autopeças.
7.- A primeira e única medida sugerida pelas montadoras para sair da "crises" era a de aumentar o preço dos veículos.
8.- Os trabalhadores, sempre irredutíveis, faziam o maior barulho em passeatas pela Via Anchieta e pela Rua Marechal Deodoro, no centro do ABC, onde quando a Policia reagia violentamente, "o tal sindicalista" entrava pela porta lateral da Igreja da Matriz desta cidade, acobertado pelo próprio parroco, hoje seu grande amigo, e sumia pela rua de traz deixando nós trabalhadores na maior "fogueira".
9.- Uma semana após, os Governos permitiam os aumentos, contanto que o aumento não afetasse o "bolso do consumidor", ou seja que não houvesse repasse no preço do veículo.
10.- O impasse tornava-se insustentável, as greves cresciam por ordem dos "presidentes das montadoras", e elas ameaçavam demitir e punir severamente os grevistas, o que aumentaria ainda mais o número de desempregados.
11.- Os governantes abriam uma "exceção" e permitiam o "aumento com o repasse" para o consumidor e aceitavam a demissão de 1 a 3 mil empregados, que no fundo era o que as montadoras desejavam desde o inicio das greves.
12.- Os preços dos carros subiam, por exemplo passavam de cz$ 10 mil para cz$ 14 mil e logo após, as montadoras faziam "promoções irrecusáveis para o consumidor" e colocavam carro zero Km. por cz$ 12 mil ou seja divulgavam um desconto de cz$ 2 mil quando na realidade o estavam vendendo cz$ 2 mil mais caro, e nós consumidores expertos e muito mal informados "aproveitávamos a pechincha".
13.- Assim sendo as montadoras esvaziavam seus pátios, vendiam os carros mais caro e ainda demitiam a quantidade de metalúrgicos que necessitavam demitir, tudo isto co m a ajuda comprada do Presidente do Partido dos Trabalhadores (Lula), aliais "Trabalhador???", não sei nem como pois só trabalhou 2 anos na sua vida, na Villares como torneiro mecânico e mais nada.

O fato de ter contado esta historia verdadeira em 13 itens, foi coincidência para com o número que esse partido mantém na Justiça Eleitoral.

Como é de praxe nestas e outras "negociatas escusas" do presente e passado do País, nada disto foi precedido de "recibos comprovatórios", portanto, seria considerado leviandade e passivo de processo por calunia, trazer isto ao conhecimento do grande público apresentado desta forma.

Mas é muito fácil que um bom repórter investigativo levante os fatos acima através dos arquivos de imprensa da época, corroborando o roteiro acima descrito.

Com esta narrativa de fatos reais só desejo dizer que toda e qualquer coisa que venha ser descoberta no entorno do atual Sr. Presidente da República e seus "companheiros" não me surpreende pois sempre soube este Senhor, ser 100% do lado dos patrões e do poder econômico, onde nós trabalhadores não passamos de títeres e marionetes nas suas mãos, pena que aqueles milhares de trabalhadores manobrados no passado, se multiplicaram e se transformaram em todos os sobreviventes de um País chamado Brazil.

Os fatos atuais divulgados pela imprensa, sobre corrupção e sobre o tal de "mensalão" e "sangue-sugas" já fazem parte dos costumes políticos de nosso País, não são hábitos novos criados pelos que ai estão nos "governando", são práticas antigas demais para saber quem as implantou, e por este motivo os antigos "beneficiados", hoje na oposição, se sentem totalmente à vontade para contar com luxo de detalhes, como isto funciona com os novos "beneficiados", e lembrem que o atual Sr. Presidente também já foi Deputado, quando recebeu seu "1º diploma", não como mentiu e cuspiu na cara de todos os "Universitários Formados do Brasil" no dia da sua posse, provavelmente porque é um antigo "beneficiado".

Concluindo, desculpo-me por ter demorado demais para colocar estes fatos reais a disposição da imprensa, e ao mesmo tempo de não ter "provas" que possam ajudar na investigação final, mas configura uma excelente "pista a ser seguida".

Sem mais pelo momento e no aguardo de que estes fatos antigos possam realmente chegar ao conhecimento do grande público, depois de muito bem investigados, pela vossa redação, se assim for do vosso interesse.
mui atenciosamente

Eng. Manuel Luis Modernel

CREA nº 46.598 - D
Fone: (17) 3212-3284 (17) 3212-3284 (17) 3212-3284 (17) 3212-3284
E-mail : mlmodernel@terra.com.br

Fonte: Grupo Lili Carabina

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Eleições 2010 - Quando mulher merece apanhar






Quando se fala ou se escreve sobre Eleições deste 2010, pensa-se que ela ainda entrará na reta das campanhas. Mas sabemos todos, não é assim. O atual presidente Lula jamais ► desceu do palanque eleitoral ◄ com o propósito de acostumar o povo brasileiro com a prática criminosa, como todas as práticas de seu governo de empulhação de forma que no período de eleição o trabalho já estivesse pronto, como parece estar a favor de sua fome de poder getulista e as expensas do contribuinte.

Não há neste governo prática alguma que não fira alguma lei, que não fira os princípios da honestidade. Para os membros do governo Lula por incentivo dele mesmo, o crime mais usual é a violência contra a Constituição Federal, estuprando princípios contratados, como o da liberdade individual. Diga-se de passagem modelo utilizado pelos socialistas tucanos, também, como o Serra em São Paulo decidindo pela tutela da saúde da população no mesmo caminho do presidente Lula que bate nas onze, ou melhor nos Três Poderes e ainda cria outros para uso próprio e dos seus.

Por onde, então, seguiria o projeto de governo do José Serra?

O Serra teria coragem para dizer que fará uma Reforma  - varrer a tri-tributação --, Reforma Trabalhista, castrar a burocracia e com isto deixar a iniciativa privada livre para investir, produzir e criar empregos?

Saberia como dizer ao povo preguiçoso e analfabeto que o Bolsa Familia e outros falsos benefícios populistas são apenas enganação para não ter que fazer com que a população da preguiça saiba que os impostos embutidos nos produtos necessários à sobrevivência estão excessivamente tributados? E que se apeada tamanha carga que o povo engole no pãozinho, nas bolachas, no feijão, no arroz, nos produtos de vestuário, os preços seriam mais baixo e portanto acessíveis sem necessidade de bolsas preguiça/enganação?

Saberia o Serra explicar que as Leis Trabalhistas, tal como ainda são,  punem os empregadores pequenos e grandes, punem os empregados, pois, em tempos atuais servem como tutela escravagista ? Dizer aos empregados que um contrato negociado entre as partes, seguindo regras mais realistas seria o grande instrumento para geração de empregos? Saberia ele pronunciar-se junto ao empresariado e os fazer entender que aproveitar-se do novo modelo teria alto custo?

Saberia o Serra como peitar e cortar os ministérios da fuzarca e despejar seus inquilinos invasores dos Cofres da União e proteger o Tesouro que é do povo brasileiro e não patromônio de Partido político ?

No mínimo, o José Serra teria esta obrigação, mais ainda, o  dever, por ser ele do Estado mais produtivo e próspero do Brasil. José Serra teria que honrar o Estado de São Paulo, de honrar sua altura intelectual.

Não, José Serra não é homem de dubiedade gestora -- ele tem o que costum chamar de pulso firme --, mas não tem o dom de mentir deslavadamente como acontece e acontecerá com sua oponente que se alimenta do vício da mentira, da desonestidade e da capacidade de traição registrada e comprovda em seu currículo de vida pregressa.

Será que o José Serra terá coragem de bater forte na mulher candidata, todas as vezes que ela mentir ou ficará com pruridos e receio da Dona Coisa Maria da Penha? O eleitor poderá até não saber por que o José Serra esteja batendo na Dilma, mas a Dilma sabe porque está apanhando. Porém, vai ter que bater sem dó nem piedade. Ou usa o pulso firme, ou do contrário, nem comece a campanha.

O PT e seu povo não entende de nível alto, portanto, nem pensar em cavalheirismo e "alto nível de discussão". Este não é o padrão da Dilma Rousseff muito mais agora ela passou à condição de protegida da Erenice Guerra.


projeto - Governo não tem que ter projeto e esta é a verdade. Governo é executivo, para executar, fiscalizar o cumprimento das realizações legisladas na Câmara dos Deputados e corroboradas no Senado. O Governo pode sim, desenhar um projeto mas não pode enviá-lo por moleque de recados à Câmara. Por dever, ou no mínimo por respeito, deveria o próprio presidente apresentar e defender seu projeto diretamente na Casa Legislativa e no Senado. As políticas de Estado, compreendem o cumprimento Constitucional, o bem estar do povo, a fiscalização ao cumprimento das Leis e não apenas com política externa ou Defesa. Portanto, política de governo nem deveria ser falada se os legisladores tivessem um mínimo de brio.


 

Nota de registro: hoje dia 5 de Abril, Segunda-Feira, 12:35 a página do Twitter no Rio de Janeiro não está carregando.

domingo, 28 de março de 2010

Um PAC com a Dilma

Ativista político no Twitter o  produtor rural @joseribamarmhot gentilmente nos envia um Repente de respeito. "Um PAC com a Dilma", criado por Miguelzim de Princesa, um craque repentista do Cariri.


Quando vi Dilma Rousseff sair na televisão,
com o rosto renovado após uma operação,
senti que o poder transforma: avestruz vira pavão.

II

De repente ela virou
namorada do Brasil:
os políticos, quando a veem,
começam a soltar psiu
pensando em 2010
e em bilhões que ela pariu.

III

A mulher que era emburrada
anda agora sorridente,
acenando para o povo,
alegre, mostrando o dente.
E os baba-ovos gritando:
“É Dilma pra presidente!”

IV

Mas eu sei que o olho grande
está mesmo é nos bilhões
que Lula botou no PAC,
pensando nas eleições,
e mandou Dilma gastar
sobretudo nos grotões.

V

Senadores garanhões
sedutores de donzelas
e deputados gulosos
caçadores de gazelas
enjoaram das modelos:
só querem casar com ela.

VI

Também quero uma lasquinha,
um pedaço de poder,
quero olhar nos olhos dela
e, ternamente, dizer
que mais bonita que ela
mulher nenhuma há de ser.

VII

Eu já vi um deputado
dizendo no Cariri
que Dilma é linda e charmosa,
igual não existe aqui,
e é capaz de ser mais bela
que a Angelina Jolie.

VIII

Diz que pisa devagar,
que tem jeito angelical
nunca gritou com ninguém
nem fez assédio moral,
nem correu atrás de gente
com um pedaço de pau…

IX

Dilma superpoderosa:
8 bilhões pra gastar
do jeito que ela quiser,
da forma que ela mandar!
(Sem contar com o milhão
do cofre do Adhemar).

X

Estou com ela e não abro:
viro abridor de cancela,
topo matar jararaca,
apago fogo em goela
para no ano vindouro…
fazer…um PAC com ela.

Milicia venezuelana como projeto piloto

As fotografias aqui postadas nos direcionam para o terror rural da Venezuela. Elas nos demonstram o caminho dos movimentos "sociais" inocentes formado por pessoas despossuídas. Resta-nos imaginar o que mais falta -- além de que alguns são, sim, pessoas muito pobres  mas nunca grande parte ou  a maioria --  além do da falsa miséria que é anunciada. O MST ainda não mostra a que de fato veio embora o DominioFeminino não se canse de alertar.





















Vamos Aguardar para ver? Dilma Rousseff certamente tem a incumbência de implantar o projeto da milicia revolucionária bolivariana concebida no Foro de São Paulo, por Lula e Castro, seguidos de Chávez e por todos os ditadores na América Latina e Central, mas nunca sem o conhecimento e necessário apoio de Barack Obama. A vitória de Barack Obama foi a vitória da revolução marxista bolivariana em processo de finalização.

A milicia chavista foi na frente para não chamar muita atenção para o Brasil. Lula desperadamente tem necessidade de aparecer como um democrata aos olhos cegos e comunistas do mundo. A última coisa que será feita será exatamente mostrar armado o MST e  cogêneres. O projeto piloto está pronto. Possivelmente ainda não seja sob a batuta de Dilma, se for eleita, poderá ela esperar pela volta do comandante Lula.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Muita merda para um só Brasil



Faz todo sentido do mundo que DaMatta tenha no dia dia hoje, em sua coluna, no jornal  O GLOBO, escrito esta maravilha. Tanto que consta do clipping do Governo - que certamente usará como modelo para um projeto dos mais brilhantes até hoje não concebido, ou o usará contra o próprio DaMatta quando o sistema de Stálin estiver bumbando (rufando os bumbos).

Lula sempre demonstrou encantamento pela emerdação do povo e do país. Na recente inauguração de algumas casas pingadas, em São Luiz-MA, ele prometeu tirar os maranhenses da merda. Como se sabe que o homem come mentira com farinha e cachaça, está confirmado o que ele pretende mesmo é começar a forçar o povo brasileiro a fabricar merda em larga escala, em escala industrial. Do contrário, todas as casas inauguradas contariam com um sistema de rede de esgoto - com tratamento - e não o sistema de fossa.

Uma fábula do reino de Jambon

Com devida vênia a Lima Barreto e François Rabelais.

Um alquimista descobriu como transformar merda em metais preciosos. Com isso, os habitantes de Jambon começaram a obrar ouro por fezes. Cada qual recolhia suas porcarias e comprava escravos, gado, automóveis de luxo, plantava cana e comia pernis regados a vinhos de boa cepa.

A enorme obradeira virou imponente riqueza e globalizou-se. Pesquisas realizadas pelo Center for Shit Research da Universidade de Harvard e pelo Bureau de la Recherche de la Merde da Sorbonne constataram que enquanto um bem alimentado miliardário americano ou um inteligentíssimo filósofo francês produziam um pobre cocô, qualquer cidadão (mas sobretudo os nobres e os políticos) de Jambon produzia um excremento de incomparável teor de riqueza. Para desconsolo de uma elite que sempre achou o nacional inferior, descobriu-se que não havia no mundo nenhuma excremento superior ao de Janbom.

A perspectiva de uma riqueza para todos — afinal, defecar é universal — promoveu, porém, controvérsia.

Foi interpretada como uma “paradoxal contradição que liquidava a desigualdade”. Deste modo, os entendidos em merda realizam um plebiscito que estatizou a bosta. Ela foi centralizada numa grande estatal que controlava as ambições dos empresários e cuidava da porcaria dos pobres, impedindo-os de desperdiçar suas cagadas que, reunidas num fundo, eram distribuídas para todos como parte de um grande tesouro nacional. Com isso, o governo reiterava seu compromisso com a salvação pátria e com a promoção do altruísmo. A borra, diziam, era coisa muito séria para ser explorada pela iniciativa privada.

Um acirrado debate desembocou na campanha, “a merda é nossa!” e o excremento, finalmente politizado, valorizado e devidamente indexado e quantificado, passou a ser o grande tema nacional.

Criou-se o programa “Merda-nostra” e um superdisputado Ministério da Merda, governado por um irmão do próprio rei de Janbom, pois um cargo de tal responsabilidade só poderia ser ocupado por “alguém de confiança!” Institucionaliza-se o lema pátrio: “Cagar é a melhor política.” Nacionaliza-se a bosta e, em seguida, o Comitê dos Sábios Nacionais separa por decreto o cagar do defecar. O primeiro era obra dos destituídos, o segundo seria uma exclusividade da classes superiores, dos que têm biografia e dos membros do partido, cujas fezes eram trocadas por títulos do Tesouro e, depois, cambiadas por ouro na Bolsa da Merda que, a essas alturas, apostava num extraordinário mercado futuro que iria redimir o país de todas as suas mazelas.

Um amplo esquema de corrupção fecal, entretanto, insinuou-se nos intestinos do governo. Ele sustentava um clube de corruptos merdosos que enriquecia cada vez mais os administradores do excremento que, junto dos seus compadres, amigos e parentes, lucravam com a centralização da bosta nacional. Esse nepotismo de bosta jamais cessou mesmo quando um novo governo implementava novos marcos exploratórios e critérios para a divisão das quotas do cocô entre os diversos ducados. Mas, apesar de medidas distributivas, a merda continuava concentrada, como demonstrou empiricamente, por meio do “índice da kaca”, um professor catedrático especializado em bosta da Universidade de Stanford, Veio então a “Crise da Bosta”, quando outras nações conseguiram produzir industrialmente a imundície.

Dilacerado por coalizões intestinas, Jambon assiste à falência do seu Estado que, àquelas alturas, já havia transformado todos os seus habitantes em clientes do bosta-governo.

Usando dos seus tradicionais laços fisiológicos, os políticos aumentavam privada e legalmente o valor das cagadas. Uma hiperinflação excremental atinge o país, fazendo aquela economia de merda entrar na fossa. Muda-se o regime, congelam-se os preços das cagadas e os estoques de titica nacional.

Jambon chega ao fundo da latrina. Gradual e lentamente, os cidadãos comuns, cognominados de “cagões”, começaram a controlar a fedentina, retomando o usual, mas legalmente proibido hábito de puxar a descarga. Chegou-se à conclusão de que era preciso limitar e punir a produção de merda e obrar mais responsavelmente.

PS: Estou informado que esta continua sendo a grande discussão do Reino de Jambon. Enquanto isso, as pessoas vão levando suas vidas, comendo e descomendo o pão amargo de cada dia. Vez por outra tomam o choque de saber que crianças não têm escola porque o governo continua preocupado com o tamanho das latrinas, os empresários querem vender mais caro o papel higiênico e o povo, bem, o povo continua com uma insuportável dor de barriga.

Nota Final: Essa história me foi contada pelo Sebastião Azambuja (o Sabá) debaixo do testemunho do Emmanuel Plumbio Dias e eles não tem nada a ver com essa versão que — obviamente — não guarda nenhuma semelhança com países, fatos e pessoas vivas ou mortas, sendo inteiramente ficcional e fantasiosa.
ROBERTO DaMATTA
O Globo - 03/03/2010