domingo, 4 de maio de 2014

Papo Reto: Partidos Políticos







O Brasil pode ter tantos partidos quanto queira qualquer brasileiro. Pelo princípio da livre associação, que é Constitucional, partido político é uma associação, e é dentro deste espírito de Liberdades que nos USA, qualquer cidadão pode constituir um partido político, dentro das quase inexistentes regras que impeça.

Nenhum partido deveria ser obrigado a ter representação em grande parte dos estados, tampouco, ter obrigatoriamente, também, sede e muito menos obrigado que seja na Capital Federal.

O partido político iniciaria suas atividades de registro para valer, somente, como documento para captação de recursos e sua prestação de contas, em época de eleição, lançando candidato  local, no município. Ou, apoiando candidato para eleição à Presidência e ao governo do município e estado original.

O registro do partido não exige a existência de nenhuma sede física, podendo alugar e receber doação de espaços privados, durante a vigência do período de atividade eleitoral. 

O partido só poderia lançar candidato fora do estado originário, tendo coberto, com apoio e candidatos eleitos, 80% - número avulso - dos municípios do estado. Desta maneira, sucessivamente até cobrir um percentual alto do Território Nacional.

Nenhum partido poderá receber recursos dos Erários Públicos sob nenhuma circunstância ou alegação.

Em seu artigo o Ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso aborda os problemas do nosso sistema partidário sem apontar caminhos claros. Qualquer brasileiro, de olhos fechados, citará todas as mazelas dos partidos políticos. 

Em 1997, findando o primeiro mandato, a única iniciativa que teve foi a alteração Constitucional ao seu interesse e ao interesse do seu partido político, o PSDB. FHC conseguiu aprovar a Emenda Constitucional nº 16/1997 que alterou o art 82 e, também, o parágrafo 5º do art. 14, da C.F para reeleger-se.

Contudo, não se poderá cobrar do ex-Presidente o que não foi promessa de campanha.

Para ler o artigo do Ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso

"A que ponto chegamos"

LEIA também,

"A gaveta dos registros de partidos políticos"






terça-feira, 9 de julho de 2013

De tormentas queremistas


No centro do vendaval em que se meteu a Presidente Dilma Rousseff, com as tais entendidas manifestações espontâneas do povo, encontram-se os mais diversos vetores políticos para fomentar o propósito do Partido dos Trabalhadores que, desde 2007 aguarda pacientemente a hora de implementar seu regime de democracia mais diferenciada do que já é o nosso sistema que inclui o direito de  votar obrigatoriamente.

Seria fundamental para a consecução de uma Constituinte pretendida pelo PT que grandes movimentos de massa tomassem as ruas. Nada disto era difícil para o PT com sua experiência de existência sob métodos
comunistas como lê-se na imagem acima, todavia, não chegaram à necessidade pois que, conforme nosso artigo Os Sem Partidos publicado em nosso Portal o demonstre.

Afinadíssima com o PT, Marina Silva, ex-fundadora e ex-ministra do Meio Ambiente por duas administrações petistas, teria todo interesse que esta Constituinte se realizasse sem embaraços. Marina Silva saiu do PT em 2009,  mas o PT não saiu da Marina Silva e, portanto, sabe-se que ela faz a linha radical, embora como disse algum político "Só sei que meu traseiro tem direita e esquerda', mas não o partido Rede Solidária da Marina Silva.

Pela lógica, conclui-se que Marina Silva tenha aberto o caminho para a Constituinte que por certo, ela fez parte desta meta programática do PT, ao deflagar, por vingança, os protestos de rua, ainda que ela não admita publicamente, mas não somos tão inocentes assim.

Do nome Constituinte exclusiva, a presidente só aparentemente desceu para um plebiscito — a constituinte está sendo fatiada  e passar pela goela do povo brasileiro distraído , da mesma forma, com dificuldades de vir a ser implementado, mas vá la! que pode acontecer à revelia constitucional, por Golpe de Estado. Desnecessário dizer o quanto isto assusta o povo brasileiro que já se prepara mentalmente para horizontes nublados em sua Liberdade, não bastasse a vista cinzenta da economia em esporte radical.

Para deslocar o epicentro da tormenta política interna, a presidente atemoriza todo o povo brasileiro ao propor a vinda de médicos cubanos para resolver o problema da Saúde no País. Saberíamos todos que, estes além de não terem formação médica completa — são apenas paramédicos — no modelo da Venezuela são disfarçadas milícias.

A tormenta política se avoluma com mais providências infrutíferas tais sejam importação de médicos já não mais cubanos, porém sem revalidação do diploma, e, mais recente, a saída magistral que seria a obrigatoriedade dos médicos recém-formados prestarem serviços ao Sistema Único de Saúde, SUS,  por dois anos. Os sindicados que se acudiram aos gritos e apedrejam a ideia da presidente, são os mesmos que disseram Vivas! à liberação do aborto até a 12ª semana de gestação, de olho nas clínicas especializadas com expansão da indústria do aborto.

Este é o vento sudoeste do momento e, sobre o qual nós do #DomF temos opinião bem definida, muito antes do governo entrar neste mister, e somos favorável à medida, sim.

Conservadoras, nós rejeitamos o Estado grande que a tudo abarca com obrigatoriedades provindas de leis estapafúrdias lidas como 'direitos' para tudo e para todos. Este Estado pai para toda obra, como a universalização do Ensino, seja em qual nível for. No caso do Ensino Superior, pior ainda, porque ele é regado com parte dos recursos provindos do Tesouro da União. Assim sendo, nada mais condizente do que estes médicos recém-formados devam ressarcir os Cofres da União com prestação de serviços.

Discordamos apenas quanto ao tempo desprovido de critérios. Neste caso, o que nunca irá acontecer, seria o Estado por intermédio do Executivo, apurar o exato montante dos custeios com a universidade semi-gratuita. Contas apuradas seriam usadas no cálculo para estabelecer o tempo/custeio. Assim feito, haveria credibilidade na iniciativa da administração Dilma Rousseff. Do contrário,  o povo brasileiro não conseguirá entender a medida, que de fato não passa do queremismo autoritário da Presidente Dilma Rousseff.








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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Os cubanos estão chegando

O médicos cubanos que estão para ser  contratados pelo governo Dilma Rousseff , dentre eles os médicos que  curaram o Chávez do bolivarianismo, receberão adicionais por  honra ao mérito. 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Chegou a hora do Recall eleitoral. JÁ!


Imagem elaborada pelo DominioFeminino DOMÍNIO Feminino
O Recal eleitoral serve, exatamente, como um instrumento para que o eleitor demonstre seu arrependimento por haver votado em candidato que não cumprem promessas de campanhas, que não cumprem a Constituição, que praticam propaganda eleitoral enganosa, atribuindo-se poderes que não estão na esfera da representação à qual ele se candidatou. O Recall será usado para abater do cargo, prefeitos, governadores e demais representações.  É a equivalência do impeachment só usado para Presidente da República. No caso, o Recall será usado para abater do cargo representativos todos os demais políticos, desde que não o Presidente da República porque, no caso, seria usado o impeachment..

Recall é uma chamada, uma chamada para corrigir um defeito, como são feitas as chamadas de quaisquer produtos defeituosos ou sob suspeição de mau* funcionamento, má qualidade de produtos ou de serviços, que venham a fazer vítimas.

O político é produto acabado pela vontade dos eleitores. O político presta serviços ao seus eleitores e, como presador de serviços, se não estiver funcionando bem precisa ser avaliado como tal.  O Recall eleitoral é simplesmente avaliação da qualidade dos serviços do representante político para confirmá-lo no cargo, ou substituí-lo por outro representante. Como vê, leitor, o que não falta aos nossos prefeitos, governadores, deputados e demais cargos representativo via voto, são defeitos, mau funcionamento, mau uso do cargo utilizado contra os eleitores, contra o povo, contra o Estado, contra a União.

Bandeira do DominioFeminino desde 2003, cujo Projeto de Lei PLC 141/l990 se encontra parado há exatos treze (13) anos em alguma gaveta do Congresso Nacional, por não interessar aos políticos que o eleitor tome conhecimento de um instrumento que pode acabar com a carreira de qualquer um deles, apenas com pedidos de eleitores para conferir sua atuação. 

O PLC ( Projeto de Lei Complementar)  é originário de membro do mesmo PMDB do Vice-Presidente da República, Michel Temer, que forma a base dos governos do PT,  Dep. HENRIQUE EDUARDO LYRA ALVES ( dep.henriqueeduardoalves@camara.leg.br ) . Logo, não seria de interesse do PT, principalmente, que o projeto saísse da gaveta onde ora se encontra na Câmara do Deputados.

Em página atualmente inacessível ( http://www.pmdb.org.br/?ID_MATERIA=2080&ID_TEMPLATE=) , ou porque deletada ou porque não sabemos o porquê, não mais encontramos a matéria da qual retiramos que abaixo reproduzimos e que se encontrava no endereço, a fala do Senador Valter Pereira/PMDB (MS) por ocasião da mini-reforma e que de lá até hoje, dia 25 de Junho deste 2013, jamais nenhuma voz de político voltou a falar do assunto, conforme recordamos a última data, logo,  aí abaixo.:

Brasília (01/09/2009) — Ao discursar nesta segunda-feira, 31, o senador Valter Pereira (MS) afirmou que a reforma política deveria ser uma das prioridades do Congresso Nacional. O projeto (PLC 141/09) que será apreciado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta terça-feira (1º), avaliou o senador, não é uma reforma política "na verdadeira acepção da palavra". Ele argumentou que temas importantes vão ficar de fora da discussão na comissão.
— O que nós vamos votar como reformas, na CCJ, na verdade são mudanças sutis, singelas na legislação eleitoral. Não vamos votar cassação de mandato, Recal, extensão do mandato; não vamos votar essas medidas que realmente poderiam trazer para o eleitor uma condição melhor de avaliação, de acompanhamento dos mandatos parlamentares - afirmou Valter Pereira, registrando que apresentou emendas ao PLC 141/09, do qual o senador Marco Maciel (DEM-PE) é relator na CCJ. 

Em resposta à ameaça de uma nova Constituite excepcional, no modelo bolivariano chavista   uma clara ameaça da Presidente Dilma Vana Rousseff —,  para que se parem com as demonstrações das ruas em passeatas que irromperam por todo as capitais e grandes municípios do Brasil, quase que de imediato, voltou à tona o instrumento do Recall Eleitoral, bandeira do DomínioFeminino:

Joaquim Barbosa defende #recall de candidatos eleitos


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, defendeu nesta terça-feira a inclusão do recall de candidatos eleitos numa proposta de reforma política. A sugestão, no entanto, não foi discutida entre ele e a presidente Dilma Rousseff na reunião no Palácio do Planalto.
"Não falei para a presidente, mas sou inteiramente favorável (ao recall). Acho que seria medida adequada à nossa realidade", afirmou. "Medida como essa tem o efeito muito claro de criar uma identificação entre o eleito e eleitorado. Impor ao eleito responsabilidade para com quem o elegeu", acrescentou.
Barbosa explicou que a possibilidade de o eleitor voltar às urnas para destituir o candidato eleito funciona bem em países que adotaram o sistema de voto distrital. "Nesse sistema distrital, os deputados são eleitos dentro de um distrito. Necessariamente vai sair eleita uma pessoa que faz parte daquela circunscrição. Há essa responsabilidade do eleito para aquele círculo pequeno que o elegeu", disse. Conferir neste link

O que falta dizer, e é importantíssimo que os eleitores saibam, é que o RECALL eleitoral é um instrumento, <irmão gêmeo> do impeachment. O impeachment foi adotado no Brasil apenas para ser usado contra o ex-presidente Fernando Collor e, por interesses meramente políticos, como os recentes escândalos confirmam.

Então, se o Recall tem semelhante importância porque não foi adotado, porque a PLC 141/90 não foi aprovada ? Porque se tivesse sido aprovada, a maioria dos políticos atuais teriam sido cassados pelos eleitores. Interessaria isso aos partidos políticos, aos nossos representantes? Claro que a resposta é um rotundo não.

Esperamos que o Ministro Joaquim Barbosa, com as credenciais morais ratificadas por sua atuação no julgamento do 'mensalão' venha,  de fato, convocar o povo brasileiro a incluir mais esta exigência nos cartazes e faixas durante as manifestações.

* Mau é adjetivo

Matérias relacionadas:

Jovem, mas informado - Rapper Shawlin ( página no FaceBook )
"7 - Recall eleitoral: político pode ter seu mandato contestado via petição pública de eleitores até os dois anos de mandato, convocando novas eleições onde o contestado pode vir novamente a se candidatar ou abandonar o cargo para um novo eleito."
Joaquim Barbosa defende recall de candidatos eleitos 






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sábado, 15 de junho de 2013

A farsa do bonde dos 20 centavos

╚► Macacos do Occupy e da Primavera  Árabe ( The Arab Spring ).  Isto é o que se pode chamar de a farsa do bonde dos vinte centavos ◄

O bonde dos 20 cents uma admirável grande farsa montada pelos partidos políticos mais radicais da extrema esquerda brasileira botou o Brasil no noticiário internacional, não escapando The GuardianThe New York Times e o El País, que reproduziram fantasiosas reportagens sobre as origens do quebra-quebra dos estudantes das universidades gratuitas brasileiras, somente, como um reflexo da crise econômica pela qual passa o Brasil. Hora de desmascarar as falsas origens e o coitadismo. Leia nosso Editorial completo

╚► Atentem para a frase entrecortando a mensagem::  "se o sangue ferveu...Reaja!" uma sutil senha, ao que nos pareceu, pois que, os atos da falsa reação comandada pelo PSTU, PSOL, PCO, com apoio e participação de membros do PT, foram iniciados dois dias após este tweet do Senador. Por mais que possa vir a ser uma coincidência, no mínimo foi muita.

Como escrevemos em nosso Editorial, o tweet acima, enviado pelo Senador Cristóvam Buarque, chega até parecer uma senha para anunciar os falsos indignados, num modelo híbrido de  Primavera árabe - e notem os capuzes e máscaras utilizados -  com o desespero da esquerda americana demonstrado no Occupy. Uma macaquice sem precedentes no Brasil. 

O mainstream media internacional descreve como uma reação do povo brasileiro, esquecendo-se de pesquisar com apuro. 

Nesta e em tantas outras fotos publicadas pela imprensa brasileira, as bandeiras dos partidos não estão escondidas. Bandeira do PSOL e PSTU, são inconfundíveis.

╚► Ai tremulam as bandeiras dos partidos políticos da extrema esquerda organizadoras da falsa reação popular,  que a imprensa internacional não soube capturar.

O povo brasileiro, a oposição, não vai para as ruas pelo mesmo motivo que a esquerda radical vai. O verdadeiro povo brasileiro está acovardado e espera um líder, partidário, como sempre aconteceu em nossa História.

Os poucos grupos tomados de ira contra os escândalos de corrupção e temendo os avanço sobre as liberdades individuais, não se entendem por vaidades das lideranças e, por vergonha e medo de exposição. Até porque a imprensa brasileira trata logo de ridicularizar qualquer grupo pequeno como "gatos pingados". O próprio povo se sente envergonhado de representar seus pequenos grupos.

Importante é fazer saber ao mainstream media internacional, é que as universidades brasileiras de onde saem estes estudantes, para protesto, estudam gratuitamente todos às custas do Tesouro da União, com prejuízo para os pagadores de impostos que além de pagar pelos estudos dos filhos em escolas e universidades particulares, ainda têm que pagar pelas universidades públicas cujos estudantes são cooptados pela extrema esquerda brasileira e usados como idiotas úteis.

Depois do Snowden e m tempos de PRISM, Langley sabe melhor do que ninguém a verdade sobre tudo isto que ocorre no Brasil, inclusive o que está ainda por chegar.







terça-feira, 4 de junho de 2013

O Coringa da PEC das domésticas


Análises  dos desdobramentos da PEC das domésticas sobre as famílias,
a mentalidade e outas abordagens.
Clique na imagem acima para ler vários textos sobre o assunto.


domingo, 7 de abril de 2013

O porco desconstruído




O que se conhece por desconstrução da palavra é muito menos do que a realidade sabe. Mas vamos lá! dizer que é mais ou menos assim:


pega-se um perú ou um porco, retira-se todas as vísceras e deixa o interior limpinho. Depois, faz-se uma farofa com ingredientes totalmente artificiais, mas ao gosto do cozinheiro de olho nos degustadores, e entope-se o vazio. Ao olfato e ao paladar, esse recheio deve ser extrememente atraente, e ir ao encontro dos diversos paladares e refinamento olfativo. em O porco desconstruído.
A mesma receita para as palavras que todos nós conhecemos de tanto que são repetidas e, por conseguinte,  cristalizadas na  mente dos incautos,  até que não se reconheça mais o porco ou o perú, mas apenas o seu recheio, seja qual for a sua composição.

Em princípio, Derrida, o criador da desconstrução,  dizia que não seria possível transformar a descontrução em método, em texto, mas ele enganou-se  ou foi enganado.

Mudar o sentido denotativo das palavras é fundamental para organizar e padronizar a linguagem para todas as pessoas, ou seja, todo mundo usando as mesmas palavras, só que, as palavras passam a ter significado apena conotativos tal qual o porco conhecido apenas pelo recheio adjetivado ( porco à (moda)por  pururuca, por exemplo ). O porco deixa de ser a parte central e o ingrediente é o siginificado atraente. Todos falando e escrevendo pelas conotações das palavras e não mais pelas denotações.

Desta maneira os ignorantes ( desconhecedores ) e incautos, vão servindo de mula e repassando para outros incautos, reverberando os objetivos das esquerdas.

Também, desta maneira do porco recheado, foi que surgiram inúmeras palavras que dá ao falante ou escrevente, a "impressão de estar falando bonito" a falsa impressão de estar se parecendo pessoa politizada e 'consciente". Não duvide-se, pensam-se mesmo ser um intelectual.

Se os exemplos acima não foram suficientes para esclarecer, vejamos este outro:

toma-se uma palavra e a recobre com camadas de significados outros. Bem adoçadas, bem decoradas com sabores — valores  — opostos, para que o núcleo original  — o vocábulo no seu sentido denotativo — seja esquecido ou rejeitado. Modifiquem-se os livros, os dicionários.







Depois voltamos.