sábado, 9 de julho de 2022

De bolsas de crochê e tecelagens

 

Se você já leu o artigo Crochê, para além da vã mitologia em nosso site , terá mais facilidade para a compreensão do que foi abordado no que tange à ocupação de espaços pela Agenda 2030 com realce para a pauta ESG que sobre isto, o Elon Musk afirma que todas as empresas que implantam o conceito são pura fachada, ou seja, é estelionato de marketing.

 

Todavia, há um mercado de atividade feminina, na moda, em renascimento e expansão. Sem dúvida que há e é um mercado promissor. Não fosse promissor grifes como a Dolce & Gabbana, por exemplo, não investiria apenas por suporte ideológico. O renascimento da tecelagem em crochet e tricot para bolsas femininas não é novidade; a novidade está na expansão e valorização dos produtos.


Sra. Angela Merkel, ex-chanceler da Alemanha, é uma das incentivadoras do crochê

 

Pelo lado da expansão, são centenas de milhares de mulheres oferecendo cursos e workshops e montando ateliês onde oferecem estes cursos. Muitas sequer sabem crochetar e terceirizam sua produção. Buscam crocheteiras nos grupos da plataforma do Facebook. Ainda sobre as chamadas professoras de crochet, parte considerável recebe descontos dos fornecedores e as menos favorecidas pagam os preços exorbitantes dos materiais, preços estes que podem variar de estado para estado ou mesmo entre os ponto de vendas.

 

Nos idos das pessoas mais velhas, bolsas de crochet bem como roupas de frios, estes produtos eram tidos como “feitos em casa” pelas velhinhas da família que matavam o tempo em roda de conversa com as amigas ou assistindo televisão e não tinham os seus valores medidos em cifras. Hoje, a tecelagem se transformou numa profissão que pode ser, sim, bastante rentável. Os produtos estão nos shoppings de luxo do bairro do Leblon, no Rio, estão nos sites de vendas de grifes europeias, pelas bagatelas de 10.900 e 1.900 euros, que chegam a assustar.


Princesa, Kate Middleton usando bolsa de croche

 

Se ao mesmo tempo que as bolsas de crochet, com griffe, são vendidas em euros, o mesmo produto fabricado no Brasil não tem valorização aproximada. Se a compra se dá diretamente com a fabricante, tem-se um preço, se dá-se via ponto comercial tem-se outro preço. Nenhum destes preços são recompensas financeira, ou mesmo, sequer remunera a mão de obra em seu custo/hora. Assim sendo, entende-se o preço de R$198,00 apenas para ensinar a fazer uma única bolsa, simples do tipo clutch, em poucas horas. Importante dizer que é para quem já sabe fazer crochet e não para iniciantes.

 

Estas bolsas de crochet são muito bonitas, em geral, bem acabadas e práticas porque podem ser lavadas a depender do material empregado. As tecidas em fio náuticos são as mais indicadas desde que não tenham fundo em MDF que em contato com a água se desfazem. Também, as tecidas com barbante colorido e outros fios são laváveis. Alguns cuidados são recomendáveis na lavagem, como não secar na máquina de secar roupas na temperatura de calor. Por serem de fios sintéticos irão encolher e deformar. 


Já as bolsas confeccionadas em fio de malha requerem cuidado na hora da compra. Há dois tipos de fios de malha e um destes é feito a partir de restos mal bitolados que hora são finos e hora são grossos, isto no mesmo rolo. O segundo tipo de fio de malha apresenta melhora na bitola, porém, durante o uso adquire aquelas temidas bolinhas. A bolsa em uso fica roçando o tecido das roupas de quem a usa e isso aumenta a incidência de bolinhas.


Outro detalhe está nos preços praticados pelos armarinhos é o preço cartelizado onde todos se baseiam no preço do outro seja por colusão ou por pura goela grande sem que se deem conta de que quem tem preço melhor vende mais.


Para ajudar o nosso site você pode  encomendar a sua bolsa de croche. Faça contato conosco ou 

Doações serão bem vindas para a manutenção deste site.  PIX 079.237.207-70

 

sexta-feira, 5 de julho de 2019

DE BLOCKS no Twitter



DE BLOCKS no Twitter








Desde a semana passada a esquerda resolveu empombar com o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, por conta de um tweet no qual ele dissera que havia bloqueado alguns perfis de pessoas da esquerda conforme ele explica no tweet linkado para o perfil no Twitter.

Na esteira da pendenga, seguiu-se a reação de uma professora bloquedada pelo Ministro consistindo em abertura de processo contra o referido, conforme nota rápida do Site da República de Curitiba

Considerando que o perfil é pessoal, não se tratando do perfil do Ministério da Educação, o ministro teria sim, direito à escolha de quem ele queira ler os comentários. No entanto, é de se reconhecer que mesmo se tratando de um perfil pessoal, tal perfil exibe o badge de verificação devido ao fato de sua autoridade no Governo, uma figura pública.

Não fosse uma figura pública de realce o Ministro Weintraub não receberia o badge de verificação, a menos que já se tratasse de alguém famoso ou ilustre e com grande número de seguidores, considerado uma celebridade midiática antes de fazer parte da Equipe do Presidente Jair Bolsonaro e o mesmo critério serve para os jornalistas, por exemplo.

Os perfis dos jornalistas não pertencem a eles pelo mesmo critério. Se se consideram pessoas famosas, celebridades que exibem o badge de verificação, assim o são,  apenas, por ostentarem o veículo de comunicação ao qual pertencem. Assim não fosse, seriam apenas mais um perfil anônimo da rede. Alguns jornalistas, por honestidade,  quando deixam o veículo, deveriam abrir mão badge.

Esta honestidade caberia também aos perfis de políticos que estão sem mandatos, e são muitos, que se mantêm como celebridades indevidas. Ex autoridade pública, idem. Um exemplo da desonestidade intelectual é o perfil do ex-Senador Cristovao Buarque, como tantos outros, inclusive ex-Ministros do Supremo Tribunal Federal.

Observando os critérios para não bloquear seguidores, mesmo os inoportunos, neste ponto ninguém mais intolerantes do que jornalistas. Quem não tomou block de um jornalista ?

Abaixo a nossa galeria de alguns perfis que bloquearam o @dominioFeminino no Twitter.









Conta verifica, que postou haver bloqueado alguns perfis de pessoas da esquerda.





terça-feira, 2 de abril de 2019

Povo pobre e País rico


Imagem Google

TUDO O QUE O PT NOS ESCONDEU


VOCÊ certamente sabe que a maior reserva de petróleo do mundo é da Venezuela, certo?

Porém,  você sabia que o maior poço de petróleo da Venezuela, o Santa Elena, fica na fronteira com o Brasil, no Estado de Roraima.

Mas, provavelmente, você não sabia que a parte da reserva de petróleo da Venezuela representa apenas 30% dessa bacia de petróleo e os 70% está no Brasil.
Entende agora o porquê de Bolsonaro dizer que Roraima deveria ser o estado mais rico do Brasil?


Outra curiosidade:

A maior bacia de gás do mundo está em Moçambique, com 80 TF e a segunda maior do mundo está no Brasil, precisamente no estado do Paraná, fronteira com o Paraguai, com 70 TF. Essa bacia representa o fornecimento de gás para todos os países da Europa por 100 anos! Mas, estranhamente, em 2012, Dilma decretou área de proteção ambiental toda a área do Paraná. 


O porquê de o BNDES ter financiado a construção do Porto de Mariel em Cuba.

O nióbio é transportado ilegalmente para a Venezuela, depois, via Cuba, chega à China e Rússia. Simples assim.

Agora dá para compreender o porquê  de o PT ter transformado o local em uma reserva indígena?

Por que não há tantas ONGs estrangeiras no Nordeste como há na Amazônia ?

Você consegue entender isso?

Vítimas da seca

Quantos?              —    10 milhões.
Sujeitos à fome?  —   Sim.
Passam sede?       —    Sim.
Subnutrição?        —   Sim.

ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma

Qual é a população indígena  Índios da Amazônia.
Quantos? 230 mil

Sujeitos à fome?   —  Não
Passam sede?        —  Não
Subnutrição?         —  Não

ONGs estrangeiras ajudando: 350 

Provável explicação:

A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros), madeira nobre e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.

O Nordeste não tem tanta riqueza mineral, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os necessitados e famintos.

Tente entender: 

Há mais ONGs estrangeiras, indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.

Agora, uma pergunta:
Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito?


Fonte: Informações colhidas via Whatsapp

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terça-feira, 26 de março de 2019

O Chefe do Executivo não pode articular dentro de outro Poder

ARTICULAR É DAR JUNTAS visando à motricidade mecânica


Pelas redes sociais muitos filólogos se arriscam a conceituar a palavra articulação,  em moda, devido aos fatos políticos em vigência.


O Presidente Bolsonaro pergunta: "O que é articulação", alfinetando os opositores do projeto da reforma da Previdência e do pacote anticrimes. 

Os jornalistas, na tv,  realçam a necessidade de articulação por parte do Chefe do Executivo, sem que,  no entanto, que um só deles expliquem aos telespectadores e assinantes, o significado de articulação, o tipo de articulação. Com efeito, ele se enrolariam para explicar. Disto não se tem dúvida.

No caso em pauta, articular viria pelas vias da semântica linguística léxica do sentido denotativo para o sentido conotativo, porém,  nem assim daria resposta ao que é proposto, pois, nas duas formas,  o vocábulo nos leva à junção de prática republicanamente antagonica: Poder Executivo e Poder Legislativo.

Tal prática republicanamente antagônica é o que se pede, num conflito de mentes insanas. O Chefe do Poder Executivo só pode e deve articular dentro do Executivo, pois ali, é ele quem dá as diretrizes ao seu corpo auxiliar. Exigir que o Presidente Bolsonaro articule dentro do Poder Legislativo  é de uma insensatez avassaladora.

Prontamente, o Presidente seria acusado de interferir em outro Poder, no qual apenas o presidente da Câmara, Deputado Rodrigo Maia, pode atuar aglutinando os seus pares para esclarecimentos e ordenação dos trabalhos, nesta fase de apreciações, etc. Dentro da Câmara dos Deputados o Presidente Bolsonaro está impedido de atuar como articulador, por força republicana constitucional.


É mister do Presidente da Câmara articular, dar juntas,  os seus pares e não exigir articulação do Chefe do Executivo. Cabe ao Rodrigo Maia azeitar as juntas dos seus comandados, cabe a ele buscar todos esclarecimentos junto ao Executivo por meio do Chefe da Casa Civil, Ônys Lorenzonni..



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segunda-feira, 25 de março de 2019

Negociação da Velha Política



VELHA POLÍTICA




Rodrigo Maia para reeleger-se presidente da Câmara busca fazer receita para pagar os aliados.



Variados, ressentidos e estrondosos pronunciamentos do Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ressoados pelo Main Stream Media representante das esquerdas, fazem saber que o Presidente da República, Jair Bolsonaro não está reconhecendo a importância da Casa do Congresso Nacional e o motivo seria a falta de articulação para negociar a Reforma da Previdência, materia urgente e vital para a recuperação da Economia brasileira,, após quase duas décadas de definhamento, levada a cabo pelos governos do PT.



A queixa do Rodrigo Maia repousa na ausência de articulação, de participação do governo, o que equivale a dizer negociação — ainda que articulação e negociação não apresentem o mesmo conceito, Rodrigo Maia e pares, insistem na conversa direta, no pé de ouvido, no tête-à-tête com o Presidente Bolsonaro que se nega a fazê-lo pessoalmente e sim por intermédios de seus prepostos, como o Ministro Onyx Lorezoni, Chefe da Casa Civil — cuja função, seria semelhante a figura de um Primeiro Ministro, no sistema Parlamentarista — , que desde a campanha do Bolsonaro foi indicado para tal função. 


O que seria a tal da negociação do Projeto da Reforma da Previdência, sabemos todos, a centenária prática política do "me dá alguma coisa em troca que eu voto a favor".


Numa empresa privada, negociação entende-se como discutir, esclarecer pontos redacionais mal formulados, retirar ou acrescer, pontualmente, cláusulas de um contrato, por exemplo. Negociar pontos de interesse das partes envolvidas. A retirada de uma cláusula pode ser compensada por outra, a depender se haverá prejuízo para a outra parte. Se houver prejuízo para a outra parte, busca-se uma compensação.


Porém, a prática,  no tratamento de projetos enviados ao Congresso, não é essa negociação que sempre é a pretendida. O congressistas, mal leem os projetos, deixando aos seus assessores a função de fazê-lo permitindo tempo livre para que os falsos representantes do povo cuidem da sua seara pessoal. E os interesses partidários, pessoais e corporativos são os pilares que conceituam a negociação política, no entender deles. 


Apenas o  Presidente Bolsonaro está mais capacitado para responder e esclarecer pontos sobre os quais os congressitas têm dúvidas ? Não está. Ele não conhece todos os meandros, nem tem que conhecer, da proposta que, pessoalmente, entregou ao congresso. O Presidente encomendou à equipe econômica, o projeto em linhas gerais e nem sempre o que ele pretendia poderia ser atendido por esta mesma equipe por uma série de impedimentos sejam constitucionais, legais, portanto, tributária, fiscal  ou apenas de ordem burocrática. 


Se o Presidente Bolsonaro tiver que telefonar para todos os 513 deputados federais, ou convidá-los à conversar pessoal mente no Palácio, que tempo sobrará para outras atividades importantes da função de um Presidente ? E qual seria o objetivo real,  tendo em vista que esclarecimentos pontuais e negociações  podem ser dirimidos pela Equipe Econômica ?

Nova Política



As dúvidas e discordâncias dos congressistas, à cerca da Reforma da Previdência, bem como o projeto Anticrimes,  devem ser formuladas documentalmente, enviadas à Casa Civil que providenciará o retorno, da mesma maneira documental.




@dominiofeminino no Twitter


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゚。 🍏#DomF
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sexta-feira, 20 de julho de 2018

A agenda dos candidatos não é dos eleitores




A agenda dos candidatos não é dos eleitores



Não será a primeira vez que escrevo sobre esse assunto e, creio, não será a penúltima nem última.  E, mais será por culpa dos eleitores do que dos candidatos à representação política. 

Quem foi que já teve a experiência de ser procurado por um candidato político para que o mesmo ouvisse sua opinião que poderia compor uma agenda (plataforma) do candidato ?

Via de regra o candidato nos chega cheio de ideias molengas reproduzidas em palavras vazias e lugares-comuns, tais como Segurança, Justiça, Educação, blá blá bla. Vazias sim, porque essa é a cantilena que ouvimos em todas as eleições, sejam maioritárias ou não, independentemente de ser o candidato um vereador, deputado federal, estadual, senador, governador ou presidente.

Muito comum é ler e ouvir deputados que prometem o que não está ao alcance da função dele. Idem para vereadores, etc. Sequer os eleitores sabem que aquilo que candidato promete não ele não terá poder para implementar por si. 

E agora voltamos aos candidatos a Presidente da República. Estes nos chegam com mirabolantes projetos prontos, definidos e os eleitores têm que dar o aval através do voto. Isso mas parece que nós os representaremos em vez de eles a nós. 

Para que o candidato represente, de fato, os eleitores, ele precisa captar o pensamento, o que deseja os seus eleitores. Então, o candidato diz, 'olha, a minha plataforma, meu projeto de governo é este' e ponto, se quiser aceitar, aceita.

Por favor,  o candidato eleito está representando quem, se ele não montou sua plataforma em conformidade com tudo o que ele ouviu dos votantes  ?

Com o advento das redes sociais, nenhum político tem mais desculpa para não ouvir o povo. Atente-se para a miríade de grupos de discussão criados para isto. Basta que um aspone se infiltre nos grupos e ele lerá o que os votantes estão defendendo. 




Por Maria da Penha Vieira
@DominioFeminino


terça-feira, 17 de julho de 2018

O discurso dos candidatos





O discurso eleitoral dos candidatos




Slogans que são puramente clichês repetidos por todos e quaisquer candidatos nos levam a sentir que já votamos neles e que não deu certo em nada. Os chavões são repetidos à exaustão sem que digam nada sobre os candidatos. Você ja leu 'por um país melhor',  'por um Brasil mais justo para todos', ´por um Brasil inclusivo' e por aí vai a capacidade criativa dos candidatos. São velhos rádios de pilha gasta.

Tal capacidade criativa os leva a dizer que eles não têm nada a propor, que a curteza mental está associada à mesma preguiça mental. Assim posto, o que o eleitor pode esperar de seus candidatos é a mesmice representativa e de ideias em conformidade com a pobreza vocabular.

Esta associação dos clichês foram trazidas pelas esquerdas do PSDB e PT que oferecem ideologias bem características nos apelos emocionais defendidos pela Nova Ordem Mundial, qual seja, 'martele junto ao coração'. Junto ao coração significa emocionar as pessoas tornando-as incapazes de trabalhar com a razão.

Essas eleições de 2018 estão singulares, tendo em vista que, pela primeira vez, em décadas, a Direita tem seus candidatos bem definidos pelas posições ideoglógicas e ainda assim, cargas d'água, não se sabe o motivo, eles adotam tais slogans já massacrados pelas esquerdas.

E a tal da renovação pedida pelo povo,  morre aí.




Por
Maria da Penha Vieira






sábado, 15 de julho de 2017

Sara Geurts, a mulher que engana a velhice


Ele tem 26 anos, mas ninguém diria: Sara tem a pele de uma mulher idosa





Seu nome é Sara Geurts, é uma moça de 26 anos de idade, mas a princípio ninguém diria.  Aos 10 anos foi diagnosticada com Síndrome de Ehlers-Danlos , uma doença rara que inibe a produção de colágeno, a proteína que mantém a elasticidade e firmeza da pele.

Não foi fácil para ela aceitar-se após a descoberta da doença, começou a parecer mais velha do que é, na verdade; desde  criança foi forçada a enfrentar os olhares inconvenientes e provocações dos colegas. Hoje, apesar de ter rugas no pescoço, estômago, braços, ela conseguiu  tornar-se  modelo. 

"Minha pele foi a minha maior insegurança, mas agora eu acho que é a melhor coisa que eu tenho. Cada imperfeição que você tem,  é individual, e conta uma história sobre você e quem você é, e  a luta e a viagem que você tem realizado ", disse Sara.



Ela não quer ser vista como modelos de beleza comumente aceitos, quer ser única, "não convencional". No Instagram é mais ativa do que nunca e não perde uma chance de mostrar o corpo. Seu objetivo é dar força a todas as pessoas que estão em situações semelhantes, na esperança de que eles possam ver a beleza única de seu corpo.

A síndrome de Ehlers-Danlos ou Cutis elastica, é um grupo de doenças hereditárias do tecido conjuntivo, causada por um defeito na síntese de colágeno (tipo I, III ou V). O colágeno no tecido conjuntivo ajuda a resistir à deformação dos tecidos. 

A síndrome foi nomeada após dois médicos, Edvard Ehlers da Dinamarca, e Henri-Alexandre Danlos da França, que a identificaram, na virada do século XX.[3]


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sábado, 20 de maio de 2017

Dr Rodrigo Janot, queremos a chancela do Juiz Sergio Moro







Até o presente momento, os brasileiros têm muitas perguntas e nenhuma resposta para explicar as misteriosas ações controladas que culminaram na súbita delação premiada dos empresários da JBS, Wesley e Joesley Batista.

Nem é bom ampliar muito o leque das indagações, porém algumas são básicas. Uma delas é, por qual motivo as tais ações correram por fora da Força-tarefa da LavaJato. Por qual motivo o Joesley foi direto ao Procurador Geral da República, Dr. Rodrigo Janot e ao Ministro Fachin, STF.

Esta delação é o que parou-se de ouvir: um ponto fora da curva. O que deixa alguns brasileiros confusos sobre o affair JoesleyJBS x Temer, é que a notícia nos chegou via "furo" da Globo. Ora, estamos todos acostumados com a oficialidade da Força-Tarefa da LavaJato que vem a público nos dar a conhecer os fatos das Operações, e para perplexidade de todos, nada como de costume ocorreu.

As pessoas ficaram sem a referência da Força-tarefa, e, principalmente do Juiz Sergio Moro e o que o PGR mostrou como uma grande bomba, não chegou a ser, além do que as pessoas estão pondo em dúvida a legalidade, veracidade e isenção de todos os acontecimentos, como se deu notícia de como aconteceram. Constata-se pelas redes muita descrença da lisura dos fatos encabeçados pelo Dr. Rodrigo Janot. Há mesmo quem cogite uma vingança do Janot contra o Presidente Michel Temer.

É sabido do desagrado da PGR e da própria Força-tarefa com o Presidente Temer. Ao PGR, causou profunda irritação que o Presidente Temer estivesse cogitando um nome, fora da lista tríplice para substituir o Dr. Rodrigo Janot, quando, em breve, ele se aposentar. O motivo do desagrado é que supõe-se que Temer não deseje um nome afinado com a LavaJato e esse nome, de acordo com divulgações é o Dr. Blal Dalloul que desagrada aos procuradores.

Pelo lado da Polícia Federal, a contrariedade vem por conta do fato de que o Temer cortou fundos bem no auge, agora, da LavaJato afetando o desempenho da Força-tarefa. Aí abaixo  motivos para muitas indagações que o leitor poderá fazê-las a gosto.

"A gravação não passou pela Polícia Federal, que só entrou no caso no dia 10 de abril. O áudio, feito pelo empresário na noite de 7 de março, foi entregue diretamente à PGR e é anterior à fase das ações controladas."

Escandaloso que as fitas, antes de serem liberadas pelo Ministro Fachin,  não tivessem  sido periciadas pela própria Polícia Federal. A PF tem equipamento de última geração e pessoal devidamente treinado e com qualificação. Por mais que se tente explicar este fato, não há como acreditar nas boas intenções do Dr. Rodrigo Janot. Não fica dúvida de que houve açodamento com consequências totalmente explosivas como está acontecendo.

Não adianta porque a população quer respostas e as quer vindas pela Força-Tarefa e com a chancela do Juiz Sérgio Moro.





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sexta-feira, 12 de maio de 2017

A Injustiça Qualificada





A questão fundamental, no que se refere ao Poder Judiciário, está na lerdeza da prestação jurisdicional. Rui Barbosa, há quase um século , já advertia de que "justiça atrasada não é justiça, senão injustiça qualificada e manifesta".


Uma solução evolutiva deveria passar pela autonomia dos Estados. Não a preguiçosa, a copiadora, sem a criatividade que só a liberdade pode injetar no ânimo dos indivíduos. O processo jurídico deveria refletir as exigências culturais, sociais e econômicas das sub-nacionalidades; a unificação, traz o abastardamento, a negação da possibilidade de coexistência entre diversidades, desmembradas em seus diferentes lares e ramos, com seus costumes e problemas peculiares, embora unidas nos propósitos estratégicos de relevantes interesses comuns.

Federalismo, antes de tudo, é a compreensão de que as diferenças não são pecados e sim aspectos da realidade humana.Não há simetrias e isonomias que possam formar igualdades pretensiosas. Existem as diferenças, mas o espírito competitivo e associativo podem impulsionar o todo para uma soma de potencialidades preciosas. A igualdade será a prevista por uma Lei Fundamental, que constitucionalize os direitos básicos e as instituições de poder da Soberania. Os constituintes de 1988, ignoraram todas as duras lições do passado, tornando o casuísmo uma constante em todo o texto constitucional . Esqueceram que, com uma Constituição casuística, a nação pagaria um alto preço em crises.

Não se pode permitir que o Judiciário legisle, nem que o Congresso julgue. A Federação será apenas um sonho distante, se os vícios centralizadores do Executivo usurpador, continuarem a editar decretos e medidas provisórias fora das emergências catastróficas. As autonomias retornarão ao sistema colonial, se continuarem a ser submetidas à obediência de leis tendentes a abolir a forma federativa de Estado. O País não poderá continuar a ser engessado pelas portarias centralizadoras, pelos simples avisos e ordens de serviço, em tamancadas burocráticas, que são as chibatadas jurídicas em nosso dia-a-dia brasileiro.

O Executivo Federal deveria exercer seu papel estratégico no cenário nacional e internacional, sem interferências danosas nas questões peculiares aos Estados. Deveria, de uma vez por todas, abandonar sua petulância em querer mudar as leis à cada governo de plantão, ao sabor de meras contingências sazonais ou de seus cacoetes ideológicos. O problema crucial do executivo tupiniquim é que ele não se dedica a governar com as leis vigentes e mediante os recursos limitados, sem interferir no Poder Legislativo, conforme as regras típicas do presidencialismo. A insegurança jurídica no Brasil, portanto, tornou-se extremamente danosa e renitente.

O Brasil, de fato, é maior do que o Governo possa imaginar — ele finge que não sabe, mas o avião, o computador, a telefonia, estão colaborando para que ele faça besteiras em profusão.

O Governo deve deixar de ser uma simples casa de espetáculos, para assumir o seu árduo mister de controlar a Moeda, bem administrar as Forças Armadas e de impor-se corretamente no Exterior, sem aceitar os desaforos e humilhações de outros países. Deve entender, com a humildade dos sábios, que ele não é capaz de legislar sobre tudo e sobre todos, de gerenciar programas e de centralizar recursos, para um país inteiro. Deve perceber que, em assim não procedendo, criará um Estado Mamute, maior do que a Federação, grande demais para sobreviver num mundo que exige agilidade, objetividade e muita resistência, alimentando-se com sobriedade para poder cumprir com dignidade seus deveres. Caso contrário, estará fadado à extinção - ou o povo empobrecido, que o alimenta com toneladas de dinheiro suado e sofrido.

A lerdeza da prestação jurisdicional é filha da lerdeza geral, da elefantíase política que domina Brasília. Se fosse só em um ou outro lugar, num país pleno de autonomias, o consolo seria ir à praia e gozar com a demora provinda da incompetência, ou mudar de Estado sem sair do País. Quando a injustiça qualificada é unificada, é dose pra leão! A saída, será sempre pelo aeroporto internacional mais próximo.

Jorge Geisel, Advogado

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Não chore ainda não





As suposições são apenas duas: Moro prenderá o Lula no próximo dia 10. Moro não prenderá o Lula no próximo dia 10.


Moro não prenderá o Lula

Moro não prenderá o Lula como o povo brasileiro espera porque ele, o Moro, preferirá que, depois de passada a oitiva, os ânimos do PT arrefeçam de alívio. Acontece que o PT está não apenas motivado, mas também fechado na articulação para incendiar Curitiba. O Moro sabe disto. 

Porém, o Moro é previdente e precavido. Possivelmente ele saiba que tem mais o que ouvir dos colaboradores premiados. Coisas que nós não fazemos a menor ideia. Saberia alguém dizer sem correr risco de errar, que tudo está esclarecido, ou que não há mas pontas a serem amarradas?

Moro prenderá o Lula

O desejo geral é que o Lula seja preso no final da oitiva, dia 10.  Rezamos todos, para que o Lula lance desafios ao Moro; rezamos todos para que ele do alto da sua arrogância,  atreva-se a encarar o Juiz Sérgio Moro e receba ordem de prisão por desacato. 

O que sabemos é que por mais que o Lula provoque o Juiz, ele receberá a mesma indiferença que se deve dar aos bêbados e loucos. Contudo, se não houver uma palavra infeliz escapado da boca do Lula, ele continuará a vociferar inutilmente. 

Não havendo desacato, Lula saíra de Curitiba pelas mesmas pernas que lá chegou e ganhará tempo para tomar ares de vencedor, embora ele saiba que será apenas por questão de dias.

A prisão do Lula dar-se-á no pinote. Como na linguagem policial, no bote.

Mesmo que o povo brasileiro queira desesperadamente ver o Lula na cadeia, e isto não acontecer no dia 10 vindouro, isso não deverá ser motivo para desesperança ou decepção. O povo sabe que não pode contar com o STF, mas sabe que pode contar e esperar a Justiça que virá pelas mãos da Força-tarefa  da Operação Lavajato.







quinta-feira, 9 de março de 2017

A Federação que não deu certo


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Por Jorge E. M. Geisel


“A História nos ensina que homens e nações só agem ajuizadamente quando estão esgotadas todas as demais alternativas” – Benjamin Disraeli (1804-1881), estadista inglês.
Tive a sorte de ler um raro e excelente artigo sobre aspectos cruciais do federalismo brasileiro. Seu título “Federação Falsificada” é da lavra do Dr. Oscar Vilhena Vieira e foi publicado pela Folha de São Paulo (11/01/2014)

O título do artigo é muito interessante, pois qualifica de falsa a Federação tupiniquim. Ora, qual o tipo de Federação desejada pelo douto autor, para um país de milhões de burros falantes comandados por canalhas com ortografia?

A forma federativa de estado, que poderá agasalhar estados subnacionais e ou até multinacionais, apresenta-se na formatação política julgada conveniente pelas leis que regem uma União, desde que não seja engessada por normas pétreas que possam limitar as liberdades de futuras escolhas em busca de melhores soluções ou destinos. O princípio da autodeterminação dos povos deve ser o esteio para abolição de qualquer escravidão política que submeta qualquer povo ou fração populacional aos ditames de partidos ou de indivíduos configurados no âmbito da tirania. O direito de rebelião deveria ser assegurado como direito fundamental de qualquer povo livre.

A constituição lançadora dos "Estados Unidos do Brazil", em 24 de fevereiro de 1891, por um golpe de estado militar que demoliu um império, com suas províncias e sob regime de monarquia constitucional, foi obra do liberal monarquista-federalista Rui Barbosa e de alguns sábios republicanos, atentos às históricas demandas por autonomia de algumas províncias do "Império do Brazil".

Entretanto, a modesta e amoldada forma federativa adotada originalmente, foi sendo alterada sem qualquer referendo pelos legislativos dos estados integrantes da União, e até funcionalmente abolida pela ditadura fascista-positivista de Vargas durante quinze anos, a única e verdadeira ditadura havida no Brasil, desde os nossos tempos coloniais. Mas, os esforços da barafunda burocrática social-democrata, complementada pelo trabalhismo hospedeiro de todos os matizes do vermelho, que mais tarde pariu o bacharel Jango, o Engº Brizola, o próprio PT com seus satélites e a penosa Consolidação das Leis do Trabalho, além do terrorismo tributário, simplesmente avivaram o DNA histórico para a criação de novas versões de capitanias hereditárias. O Maranhão, por exemplo, que fora um próspero Estado pombalino separado do Estado Brasil, hoje não passa de uma colônia familiar digna de reinóis...

Sob o autoritarismo do regime de 1964, em que pese haver respeitado a forma federativa de estado, não teve nenhum pejo em substituir o nome histórico do país para "República Federativa do Brasil", uma afronta engolida pelos que vieram depois, tendo em vista que também rezavam por cartilha centralizadora do Poder.

Claro está, para um bom observador, que o Estado de Direito brasileiro, a partir de 1988, apropriou-se de todas as mazelas e vícios, de gestões do passado tupiniquim, estabelecendo um sistema de governo parlamentar presidencialista, algo como um produto híbrido vindo de girafa com zebra...

Das muitas curiosidades, de verdadeiras anomalias federativas, citamos a criação de novos estados por vontade política patrimonialista e por negociações espúrias em busca de maior representação partidária. Outro caso significativo é a autonomia concedida ao Distrito Federal, que ao invés de servir ao Brasil, dele serve-se com esbanjamento e via processo parasitário , pela centralização sistêmica e exorbitante dos três poderes da União. Uma inconsistência política que fere qualquer forma federativa constituída por Estados politicamente autônomos, é a consideração de que seus municípios são entes federados, respondendo em muitas questões em contato direto com os poderes federais, sob alheamento de suas governanças estaduais. A caracterização dos deputados federais como verdadeiros procuradores e despachantes junto ao Orçamento e aos Poderes da União, achicam os perfis necessários aos candidatos às representações legislativas e solidificam as ditaduras partidárias, como verdadeiros nódulos nos vasos de comunicação esclerosada entre o Município e o seu Estado Federado.

A situação mais aviltante da Federação tupiniquim é a representação desproporcional dos eleitorados estaduais na Câmara Federal, sem mencionar o excesso de congressistas, onde um voto acreano ou maranhense vale muito mais do que um voto paulista, gaúcho ou mineiro... Que Estado de Direito é esse, tchê?

O chamado "federalismo cooperativo", vigente nos EUA e supostamente adotado no Brasil, tornou-se uma agenda de desvios permanentes e obrigatórios de recursos de estados produtivos para unidades federativas sem qualquer capacidade para o exercício de autonomia com grandeza mínima. O Brasil vive sua longa marcha em prol do coitadismo e da escravidão voluntária. Há muito, já deveriam ter sido transformados em territórios federais..
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Como vemos, não seguimos o Federalismo norte-americano, nosso inspirador na inauguração republicana, muito menos o da maravilhosa Confederação Helvética, ou da proficiente e moderna Alemanha Federal. Estamos muito mais próximos, pelas necessidades da desconsideração socialista delinquente de nossa vastidão continental e das nossas diversidades regionais, cada vez mais, do modelo russo da finada URSS e do atual reinado geopolítico de Putin...

Jorge E. M. Geisel é Advogado.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Os benefícios das rebeliões nas prisões



Cariocas e fluminenses assistiram apavorados, perplexos e impotentes aos ataques violentos das facções criminosas que atuam no Estado do Rio de Janeiro, mormente na Capital do Estado.

Curiosa e coincidentemente, o ex-governador Cabral e Anthony Garotinho haviam sido presos, naquela ocasião. Tão logo o Garotinho foi posto em liberdade, a onda foi afinando o volume.

Passado algum tempo, irrompe nas prisões do Norte/Nordeste ferozes rebeliões com características de assassinatos estranhos,  como a degola de presos.

Hoje, nesta data, Mônica Bérgamo escreve em sua coluna na Folha, que o Eduardo Cunha teme que uma rebelião ocorra nas prisões do Paraná onde ele se encontra preso.

De todas as curiosidades, a mais interrogativa é o fato das rebeliões não terem se espalhado chegando ao Rio de Janeiro. O complexo de Bangu, ou complexo de Jericinó,  está silente.

Dirão que é porque o complexo carioca  não passa pelo mesmo estado de degradação do Complexo Penitenciário Anísio Jobim, AM, e Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na Grande Natal.

Se assim é, por qual motivo estaria Eduardo Cunha temeroso? O Cabral e esposa não estão assustados?

Assustados ou não, o fato é que, pensando bem, rebeliões nos presídios do Paraná e do Rio de Janeiro beneficiaria todos os presos pela LavaJato.

Uma forma engenhosa de recorrer e acabar em prisão domiciliar.







segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Primeiro, cumpra o seu dever cívico






Desde a fundação da República do Brasil, vivemos de alternâncias entre o poder militar e civil. Isso foi em 1889  127 anos  e,  o vício da mesma alternância sustenta-se na raiz da cultura política do Brasil e dos brasileiros, por conseguinte.

Os ventos da Esquerda no poder, por mais de 14 anos, soprou contra a Direita fazendo-a enterrar-se no silêncio que se passou a chamar de "a maioria silenciosa" e inerte.

Por sua natureza, a Direita não vive em movimento, ao contrário da Esquerda que, para sobreviver têm necessidade de estar em constante combate e renovação de bandeiras.

Nesta crise, resultado da ganância de poder da Esquerda e os oceanos de corrupção, surgiu um salvador, o Roberto Jefferson, que logo se transformou em heroi na falta de um verdadeiro.

A seguir, os jovens da força-tarefa da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, retirou a névoa paralisante da Direita e logo, a referida ressurgiu com força na voz, indo às ruas.

Há um coro dissonante com as pressões contra os políticos, com as exigências desta população maioria antes silenciosa, quase obsequiosa em tempos de poder das Esquerdas.

Parte deste coro,  formada de militaristas,  que pede o cumprimento do artigo da Constituição que reza a tomada de poder, em caso extremo de insegurança institucional. Não é o caso, pelo menos até agora, não é.

Como o dito acima, são 127 anos de memória de tomada de poder pelos militares.

Não entra na cabeça dos grupos nacional-militaristas que, um povo que não se pauta pela responsabilidade inerente ao civismo, não pode, simplesmente, agir de maneira permissiva, elegendo inidôneos como seus representantes nem seguir sem fiscalizar os Poderes.

O resultado é correr para pedir às Forças Armadas que assumam essa responsabilidade que o próprio povo não quis assumir por imaturidade e vícios cívicos.

Não é função dos militares corrigir os erros dos paisanos. Não podemos jogar a trouxa de erros nas costas das nossas Forças Armadas. Precisamos fazer este vício cessar de uma vez por todas e que os civis pratiquem o civismo.



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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

CAMPANHA pelo LULA




A tal campanha organizada pelo PT e outros partidos de esquerda para tentar sabotar a Administração do Governo temer e salvar o Lula da prisão, resume-se no caos.


Do jornalista, cronista e livre-pensador RICARDO RANGEL:



 “As escolas pertencem aos estudantes! Vamos ocupar as escolas e impedir as aulas até que o governo dê à educação a atenção adequada. Este é um movimento importante para melhorar a educação no país.”
Fiquei pensando como seria se o movimento dos estudantes se alastrasse para outros setores...
“Os hospitais pertencem aos doentes! Vamos ocupar os hospitais e impedir as cirurgias até que o governo dê à saúde a atenção adequada. Este é um movimento importante para melhorar a saúde no país.”
“As delegacias pertencem às vítimas de crimes! Vamos ocupar as delegacias e impedir as investigações até que o governo dê à segurança a atenção adequada. Este é um movimento importante para melhorar a segurança no país.”
“Os quartéis pertencem aos donos de imóveis incendiados! Vamos ocupar os quartéis e impedir o combate ao fogo até que o governo dê à prevenção de incêndios a atenção adequada. Este é um movimento importante para melhorar a prevenção de incêndios no país.”
“Os cemitérios pertencem aos mortos! Vamos desocupar os cemitérios e impedir os enterros até que o governo dê aos sepultamentos a atenção adequada. Este é um movimento importante para melhorar a qualidade das sepulturas e mausoléus do país.”