segunda-feira, 1 de abril de 2013

A indústria da morte

Título forte, polêmico? Não, caro leitor. É a expressão concreta do sentimento de milhões de brasileiros diante de recente proposta feita pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para a liberação do aborto até a 12ª semana de gestação.
Montagem adaptada ao tema do aborto, assassinato em massa.
O presidente do CFM, Roberto D’Ávila Conselho Federal de Medicina nem mais se recorda do Juramento prestado. Um homem de 'visão' abortista, pensa apenas no faturamento das clínicias de aborto, no faturamento de sua própria conta bancária ao estimular assassinatos em massa de embriões e fetos. Que diferença dele para Nero ou Hitler ?


O presidente do CFM, Roberto D’Ávila, na defesa de uma decisão que está em rota de colisão com a ética médica, esgrime argumentos que não param em pé. “Vivemos em um Estado laico. Seria ótimo que as decisões fossem adotadas de acordo com o que a sociedade quer e não com o que alguns grupos permitem.” A estratégia de empurrar os defensores da vida para o córner do fundamentalismo religioso já não cola.

Um embrião e um feto (e querem promover o aborto no terceiro mês da gravidez) são também uma pessoa, tanto do ponto de vista científico como filosófico. É falsa a afirmação de que o feto faz parte do corpo da mãe, e de que a mãe pode abortar por ter direito sobre o seu próprio corpo.

Na verdade, a mãe é a hospedeira, protetora e nutriz de um novo ser diferente dela, um outro indivíduo. Biologicamente, o ser que está aconchegado dentro da mãe é idêntico ao que estará sentado no seu colo com três meses ou à mesa com ela quando tiver 15, 20 ou 50 anos de idade.

O embrião é distinto de qualquer célula do pai ou da mãe; em sua estrutura genética, é “humano”, não um simples amontoado de células caóticas; e é um organismo completo, ainda que imaturo, que — se for protegido maternalmente de doenças e violência — se desenvolverá até o estágio maduro de um ser humano.

Quanto às decisões apoiadas em suposto “consenso por interesse”, é útil recordar que fruto dele foi a legislação que, durante séculos, definiu que uma raça ou um povo são legalmente infra-humanos e que, portanto, podem ser espoliados de direitos e tratados como “coisas”, também para benéficas experiências científicas: é o caso do apartheid dos negros na África do Sul e dos judeus aviltados e trucidados pela soberania “democrática” nazista.

O brasileiro é contra o aborto. Não se trata apenas de uma opinião, mas de um fato medido em sucessivas pesquisas de opinião. O CFM, representando uma minoria, está promovendo uma ação nitidamente antidemocrática.

Não obstante a força do marketing emocional que apoia as campanhas pró-aborto, é preocupante o veneno antidemocrático que está no fundo dos slogans abortistas. Não se compreende de que modo obteremos uma sociedade mais justa e digna para seres humanos (os adultos) por meio da morte de outros (as crianças não nascidas).

Não sei como o CFM consegue articular sua proposta pró-aborto com o juramento hipocrático. A posição da atual diretoria do Conselho, tal como amplamente veiculada, não parece condizer com o compromisso sobre o qual todos os médicos algum dia juraram. Não creio que o Conselho represente o pensamento daqueles que, um dia, prometeram se empenhar na defesa da vida.



Carlos Alberto Di Franco, diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciência Sociais – IICS (www.iics.edu.br) e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com). E-mail: difranco@iics.org.br


Arigo publicado no Jornal O Globo, nesta data.


 


 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Mulas ideológicas


Imagem em foto de autor desconhecido, foi montada e tratada pelo Dominio Feminino.
ONGs estão direcionando as mulheres para trabalhar e difundir os "Direitos dos Animais que nada mais é do que preparando o mundo para a Nova Ordem Mundial. Uma estratégia de baixo custo, com mão de obra gratuita. As defensoras  dos gatos e cães e que formam um batalhão de choque, são pessoas solitárias, sem complemento afetivos em suas vidas maduras. Como no tráfico de drogas são utilizados as 'mulas' para o transporte, assim existem mulas que transportam ideologias.

Em repetidas postagens nós do Dominio Feminino não poupamos nosso tempo para, aos poucos, ir esclarecendo nossos leitores, ou, aqueles que por ventura ou desventura vêm dar com os costados por aqui.

Conhecedoras da pouca paciência e pouco gosto por informação do povo brasileiro, melhor dar algumas pinceladas na matéria que passamos a tratar.

Quem ainda não viu uma legião de senhoras militantes com seus cães e gatos perambulando pela internet, participando de feiras de adoção de animais, buscando um 'lar' para os desvalidos animais? Quem nunca ouviu falar do tal Direito dos Animais ?

De onde surgiu esse movimento tão intenso que mobiliza as mulheres e muitos veterinários, jovens, em geral ? Por quê? De  como esse movimento se espalhou é fácil responder; menos fácil é identificar sua origem porque teríamos que identificar suas cabeças. Os objetivos, isso é bem mais fácil.

Porque as mulheres são as mais passíveis de receber impressões emocionais, de manipulação afetiva,  essas foram sendo recrutadas diante do apelo. Mais do que isso, as mulheres maduras, com seus filhos criados, em plena síndrome de ninho vazio, elas se apegaram aos seus bichanos e que tais, para suprir o vácuo deixado pela independência dos filhos e em outros casos, a solidão tem sido uma ponte infalível.



Esta imagem foi manipulada em montagem feita pelo DominioFeminino
Mutilação dos animais

Porém, é de se observar que, em todas as campanhas de doações de cães e gatos, o ressalto é para 'animais já castrados' valendo para macho e fêmea. Isso vai em direção dos veterinários militantes que se beneficiam por meio de ONGs, não raro gays militantes, nem sempre, no entanto. Uma legião de veterinários bem pagos por ONGs são os misericordiosos salvadores.

Estranho é que tanta defesa pelos direitos dos animais, eles sejam castrados, impedidos de procriar. O argumento do lado de lá é que, assim eles não proliferam e se repete o abandono. Ora, estamos falando em mutilação, estamos falando em direito natural até dos animais, direito este que foi dado por Deus. A argumentação dos militantes, num primeiro momento soa lógico, mas como se vê, não tem lógica alguma a não ser o que vem pela frente.

Provocar aborto em animais ficaria muito caro para os donos, então, a saída atraente é que eles estão castrados. Percebam: em meio à defesa do aborto, a retirada da vida de um bebê que ao nascer é indicação de que irá se reproduzir faz um contágio direto com a castração de animais, 

A ideia proncipal é preparar o mundo para uma população baixa, facilmente controlável, que consuma pouco. Uma população reduzida e facilemente governável.

Não pararemos por aqui. Estamos só começando, porque isto não é um assunto solto;.ele está interligado às muitas propostas de 'mudanças da sociedade' sem que essa sociedade beócia se dê alguma conta.


sábado, 23 de março de 2013

Bocas de pragas e Seca no Nordeste


Bocas de Praga

Sábado, 23 deste março de 2013, às 20h, DominioFeminino não fazia ideia de que na madruga do dia 24, o ex-presidente Lula iria, às pressas, ser internato no Hospital Sírio e Libanês, com 'infecção pulmonar" e postamos a imagem no FaceeBook:

Os boatos correm dando conta de que se trata de câncer de pulmão, o que soa apressado diagnóstico —  porém,  não de todo impossível quando se pensar em metástase. Esses boatos parecem deixar de passar de simples 'boatos'  quando se observa que  nem no Jornal Nacional foi noticiado — certamente por ordem do PT — , fazendo pressupor que não sejam apenas boatos.

Lula estaria com câncer de pulmão

Depois do Chávez, Luis Inacio Lula da Silva,  estaria na fila de políticos brasileiros doentes terminais ?



Governo do PT ouve o Dominio Feminino

pelos espiões do Governo Petista que nos seguem no Twitter., Não é de agora que batemos na mesma tecla quando se trata do assunto Seca no Nordeste. Nada impediria, em nenhuma época pós Petrobrás, que poços fossem cavados nos inúmeros pequenos aquíferos lá de cima.

Isso não vai acabar com votos dos famintos. Vai minorar o voto de cabresto.

Este tuite não foi o primeiro. Foi um das dezenas  tuitados sobre a solução para resolver a Seca no Nordeste..

@DominioFeminino CAVA um Poço Petrobrás, bando de ladrões! - Integração Nacional libera recursos para reduzir efeitos da seca:

Ah, você duvida. Duvida porque não tem informação sobre como o Portal do DominioFeminino é visitado por autoridades de governos, não apenas o governo do Brasil. 
Vamos provar com a notícia abaixo, na coluna do Ilmar Franco de O Globo, de hoje. 

De olho no Nordeste
Um grupo de ministros se reuniu ontem com a presidente Dilma no Palácio do Planalto para discutir um pacote de medidas de combate à seca. Não conseguiram chegar a uma proposta satisfatória. Entre as medidas analisadas estão a criação de sistema mais moderno de perfuração de poços com uso de máquinas mais potentes. Há ideia de fazer um convênio com a Petrobras, que tem tecnologia de ponta. Pensa-se em criar um observatório para atuar na prevenção; e atuar na desburocratização das ações do governo no combate à seca. As prefeituras terão o dinheiro liberado por cartão de pagamento, como já ocorre em situações consideradas emergenciais.




segunda-feira, 4 de março de 2013

Maternidades industriais


 
 
Em 2012, cientistas da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, criaram um útero artificial de mamífero que é capaz de desenvolver um embrião fora da barriga da fêmea; nesse caso, um camundongo. Mas há uma década atrás, na Universidade de Cornell, em Nova York, experiências semelhantes foram feitas com células e embriões humanos, que não puderam, contanto, durar mais do que os primeiros dias a fim de que fosse respeitada a legislação sobre fertilização in vitro. Segundo estudo publicado pela Academia de Ciências de Nova York, essa linha de pesquisa remonta à década de 1980, sendo que em 1986 foram publicados os primeiros resultados.

Desde então, as pesquisas para se criar um útero artificial para humanos continuam ocorrendo mundo afora. A ideia de alguns é que um dia se possa aplicar nas pessoas um tipo de experiência que em 2011 possibilitou que tubarões se desenvolvessem por completo num ambiente artificial, facilitando a procriação de certas espécies ameaçadas de extinção. Também no caso do estudo com camundongos o intuito é extrair conhecimentos que levem a melhores tratamentos para a gestação humana.

Mas a possibilidade de utilizar úteros artificiais para formação de pessoas, da fecundação ao nascimento, levanta questões que não são do domínio apenas de cientistas e das entidades que os financiam. Em pouco tempo a sexualidade, que cada vez mais perde prestígio como um ato de amor, se separará definitivamente da procriação e a distinção biológica entre homens e mulheres será uma ficção do passado. Acompanhando com especial curiosidade a formação de sua cobaia, os cientistas estão particularmente interessados em ver aplicações que ajudem a controlar “essa habilidade humana fantástica de se autoformar”.

O avanço científico, como tudo que precisa ter viabilidade econômica, anda de mãos dadas com novas demandas sociais e contextos que propiciem a criação de mercado para as invenções. Quem poderia se valer do útero artificial? Mulheres que não podem engravidar ou correm risco? Ou também aquelas que prefeririam evitar os possíveis desconfortos da gestação? Nesse mundo de cada vez menos tempo, caso os filhos fossem gestados fora das mulheres, não se criaria, eventualmente, um ganho econômico? E se então um dia, quem sabe, as que optassem pela forma natural fossem até mesmo malvistas por conservarem um costume primitivo?

Costumes, mesmo os mais naturais, mudam se houver alternativas a eles que aparentem ser mais apropriadas. Quem não se lembra, há pouco tempo atrás, quando a simpática indústria de leite em pó, aproveitando-se de modismos, levou muitas mães a pararem de amamentar? O que hoje é, sem dúvidas, considerado um absurdo por qualquer um que entenda o papel do seio materno na vida do bebê.

A consequência dessa curiosidade sem limites pode ir bem além e mexer com a própria formação de nossa civilização. Tais questões suscitam um amplo e acalorado debate que ultrapassa as possibilidades científicas. Sepultar a alteridade sexual no que diz respeito à reprodução, para atender ao desejo de ter filhos de quem assim o desejar, sem precisar recorrer a uma mulher, é o novo mito da modernidade dos costumes. Após a descoberta das técnicas de inseminação artificial e fertilização in-vitro, que tornaram o homem um detalhe na fecundação, a ciência se prepara para oferecer ao mundo, dentro do espírito da imparcialidade high-tech, a redundância também da mulher. Assim vão se dando os principais passos para a medicalização da formação da vida. E para quem não dá valor à família — parabéns! —, vem aí um mundo sem parentes: da era do filho da mãe aos tempos do fim da mãe.

As maternidades industriais do futuro, que cuidarão da reprodução assistida, poderão receber encomendas de gêmeos, médicos, bombeiros, políticos, atrizes, intelectuais, operários, cientistas ou atletas. Já em 1932, o escritor inglês Aldous Huxley imaginou e descreveu um Admirável Mundo Novo, onde pais e mães são desnecessários na sociedade perfeita. E a ciência corre atrás para tornar realidade a imaginação antes restrita à ficção. Isto porque, a partir da fecundação artificial, é possível planejar crianças, rejeitar os desadaptados, entorpecer a felicidade com a submissão à ciência e ao poder dos seus controladores. Todos os avanços científicos foram um dia ficção. Mas, devagar com o tubo de ensaio: se existem ficções boas, que tornam a vida do ser humano mais plena, existem também as más, que a fazem desumana.

O homem momentâneo, criado pela pressa e o consumo, está imunizado contra a ideia do futuro. Mas a sociedade é resultado de escolhas agrupadas em torno de valores, autênticos ou deteriorados. E só renuncia às suas ilusões de progresso quando não sabe mais distinguir uns dos outros.
Paulo Delgado ex-deupado pelo PT


Isso deveria provocar grande  consternação nas pessoas da canhota Direita, que um doutrinado da esquerda venha a público e diga que sabe mais do que eles.



A arrogância da ignorância da Canhota Direita não permite o reconhecimento do erro e da estupidez. Apeguem-se aos animais porque o ser humano já está de partida.
Sem mais.







segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A Infância Muçulmana de Obama


por Daniel Pipes
The Washington Times
10-14 de setembro de 2012





Barack Obama apareceu brandindo contra o seu rival republicano, patrocinando anúncios na televisão perguntando: "O que Mitt Romney está escondendo?" A alusão trata de questões relativamente secundárias como declarações de imposto de renda de anos anteriores de Romney, a data em que ele deixou de trabalhar para a Bain Capital e registros não públicos da sua prestação de serviços como dirigente das Olimpíadas de Salt Lake City e como governador de Massachusetts. Obama justificou suas exigências para que Romney libere mais informações sobre si mesmo, ao declarar em agosto de 2012 que "O povo americano crê que se você deseja ser presidente dos Estados Unidos, a sua vida seja um livro aberto quando se trata de questões como suas finanças". Liberais como Paul Krugman do New York Times endossam entusiasticamente tal enfoque no currículo de Mitt Romney.

Se Obama e seus partidários querem colocar em foco a biografia, ótimo, este é um jogo que dois podem jogar. O moderado, conciliatório Romney já censurou a campanha para a reeleição de Obama como sendo "baseada em falsidade e desonestidade", a campanha publicitária televisiva foi mais longe, asseverando que Obama "não diz a verdade".

O foco na franqueza e honestidade provavelmente irá prejudicar muito mais Obama do que Romney. Obama continua sendo o candidato misterioso com uma autobiografia repleta de hiatos e até de falsificações. Por exemplo, para vender a autobiografia em 1991, Obama alegava falsamente que "que tinha nascido no Quênia." Mentiu sobre nunca ter sido membro e candidato do partido socialista New Party de Chicago nos anos de 1990 e, quando Stanley Kurtz apresentou evidências para constatar que ele era membro, Kurtz foi difamado e tratado com desdém pelos marqueteiros de Obama. A autobiografia de Obama de 1995, intitulada Dreams from My Father traduzido para o português como (A Origem dos Meus Sonhos), contém uma torrente de erros crassos e falsidades sobre seu avô por parte de mãe, seu pai, sua mãe, o casamento de seus pais, o pai do seu padrasto, seu amigo do ensino médio, sua namorada, Bill Ayers e Bernardine Dohrn e o Reverendo Jeremiah Wright. Como Victor Davis Hanson coloca, "se um autor inventa detalhes sobre a doença terminal da sua própria mãe e a busca pelo seguro, então ele provavelmente falsificará qualquer coisa".

Neste contexto mais amplo de falsidades sobre o seu passado surge a questão sobre a discussão de Obama sobre a sua fé, talvez a mais peculiar e afrontosa de todas as suas mentiras.

Contradições

Questionado sobre a religião da sua infância e adolescência, Obama apresenta respostas contraditórias. Refinando a questão, em março de 2004 responde, "Você sempre foi cristão"? "Eu fui criado mais pela minha mãe e a minha mãe era cristã". Mas em dezembro de 2007 ele decidiu, um tanto tardiamente, dar uma resposta direta: "Minha mãe era uma cristã do Kansas. … eu fui criado pela minha mãe. Portanto, sempre fui cristão". Entretanto em fevereiro de 2009, ele deu uma explicação completamente diferente:
Eu não fui criado em um lar mormente religioso. Eu tive um pai que nasceu muçulmano, mas se tornou ateu, avós metodistas e batistas não praticantes e uma mãe cética quanto às religiões organizadas. Eu não me tornei cristão até … mudar para a região sul de Chicago após a faculdade.
Aprimorando ainda mais a resposta em setembro de 2010, disse: "Eu abracei a fé cristã mais tarde na vida".
Onde está a verdade? Obama "sempre foi cristão" ou "se tornou cristão" após a faculdade? Contradizer-se em uma questão tão fundamental quanto a identidade, quando adicionada ao questionamento geral a cerca da exatidão da autobiografia, levanta perguntas sobre veracidade; será que alguém que estivesse falando a verdade diria coisas tão variadas e contrárias sobre si mesmo? Inconsistência é típico da invenção: quando se inventa uma história, é difícil manter-se fiel a ela. Parece que Obama está escondendo algo. Ele era um filho laico de pais sem religião? Ou será que ele sempre foi cristão? Ou muçulmano? Ou de fato, algo que ele mesmo criou – cristão/muçulmano?

Obama fornece algumas informações sobre a sua formação islâmica em dois livros, Dreams (A Origem dos Meus Sonhos) e The Audacity of Hope (A Audácia da Esperança) (2006). Em 2007, quando Hillary Clinton ainda era a predileta entre os candidatos democratas à presidência, vários jornalistas trouxeram à tona informações sobre o período de Obama na Indonésia. As declarações de Obama como presidente proporcionaram importantes insights em sua mentalidade. Entretanto, as principais biografias sobre Obama, sejam elas favoráveis (como as escritas por David Maraniss, David Mendell e David Remnick) ou hostis (como as escritas por Jack Cashill, Jerome R. Corsi, Dinish D'Souza, Aaron Klein, Edward Klein e Stanley Kurtz), dão pouca atenção a este tópico.

Vou considerar que ele nasceu e foi criado como muçulmano, apresentar provas provenientes dos últimos anos, levantar impressões a seu respeito como muçulmano e colocar o engodo em um contexto mais amplo da ficção autobiográfica de Obama.

"Nunca Fui Muçulmano"

Obama reconhece de imediato que seu avô paterno, Hussein Onyango Obama, converteu-se ao islamismo. A bem da verdade, Dreams (página 407) contém uma longa citação da sua avó paterna explicando os motivos do avô ter agido assim: Para ele os costumes do cristianismo pareciam "sentimentos tolos", "algo para consolar mulheres" e assim sendo, converteu-se ao islamismo, acreditando que "suas práticas adequavam-se mais intimamente com as suas convicções" (página 104). Obama disse de bom grado aos quatro ventos o seguinte: por exemplo, quando perguntado por um barbeiro (página 149), "você é muçulmano"? Ele respondia, "Meu avô era".

Obama apresenta seus pais e padrasto como não religiosos. Ele observa (em Audacity, páginas 2006, páginas. 204-05), que seu "pai foi criado como muçulmano" mas era um "ateu convicto" quando conheceu a mãe de Barack, que por sua vez "professava o secularismo". Seu padrasto, Lolo Soetoro, "como a maioria dos indonésios, foi criado como muçulmano", embora não praticante, sincrético que (Dreams, página 37) "praticava um ramo do islamismo que acomodava os remanescentes das crenças animistas mais antigas e hindus".

Quanto a si próprio, Obama reconhece numerosas conexões com o islamismo, mas nega ser muçulmano. "A única ligação que eu tive com o islamismo é que meu avô paterno veio daquele país", declarou ele em dezembro de 2007. "Mas nunca fui praticante do islamismo. … Por um tempo morei na Indonésia pelo fato da minha mãe estar lecionando lá. E é um país muçulmano. E eu frequentei a escola. Mas não pratiquei". Na mesma linha, ele disse o seguinte em fevereiro de 2008: "Nunca fui muçulmano" … a não ser pelo meu nome e pelo fato de ter morado em um populoso país muçulmano por 4 anos quando era criança, tenho pouquíssima ligação com a religião islâmica". Observe a declaração inequívoca: "Nunca fui muçulmano" Sob a manchete, "Barack Obama Não É Nem Nunca Foi Muçulmano," no primeiro site da Internet da campanha de Obama, portava uma declaração ainda mais enfática em novembro de 2007, anunciando que "Obama nunca rezou em uma mesquita. Ele nunca foi muçulmano, não foi criado como muçulmano e é um cristão devoto".

"Barry Era Muçulmano"

Porém, sobram provas sustentando que Obama nasceu e foi criado como muçulmano:

(1) O Islã é uma religião patriarcal: No Islã, o pai passa a sua fé para os filhos e, quando um muçulmano tem filhos com uma mulher não muçulmana, o islamismo considera os filhos muçulmanos. Como o avô e o pai de Obama eram muçulmanos – o tamanho da devoção não tendo nenhuma importância – significa que, aos olhos dos muçulmanos, Barack nasceu muçulmano.

(2) Nomes próprios baseados na raiz trilateral H-S-N: Todos os nomes como (Husayn ou Hussein, Hasan, Hassân, Hassanein, Ahsan e outros) são dados exclusivamente a bebês muçulmanos. (O mesmo acontece com nomes baseados na raiz H-M-D). O nome do meio de Obama, Hussein, proclama-o explicitamente um muçulmano de nascença.

(3) Matriculado como muçulmano no SD Katolik Santo Fransiskus Asisi: Obama foi matriculado em uma escola católica em Jacarta como "Barry Soetoro". Um documento ainda existente lista-o corretamente como nascido em Honolulu em 4 de agosto de 1961, além disso lista-o também como tendo nacionalidade indonésia e religião muçulmana.

(4) Matriculado como muçulmano na SD Besuki: Embora Besuki (também chamado de SDN 1 Menteng) ser uma escola pública, Obama curiosamente refere-se a ela em Audacity (página 154) como "escola muçulmana", frequentada por ele em Jacarta. Seus registros não existem mais, porém vários jornalistas (Haroon Siddiqui do Toronto Star, Paul Watson do Los Angeles Times, David Maraniss do Washington Post) confirmaram que também lá ele foi matriculado como muçulmano.

(5) Aulas de islamismo em Besuki: Obama cita (Audacity, página 154) que em Besuki, "o professor enviou uma carta a minha mãe dizendo que eu fiz caretas durante os estudos corânicos". Somente estudantes muçulmanos frequentavam as aulas semanais de duas horas para estudar o Alcorão, Watson relata:
dois de seus professores, a ex-vice-diretora Tine Hahiyari e o professor do terceiro grau, disseram que lembram claramente que também nesta escola, ele estava registrado como muçulmano, o que determinava as aulas que iria participar durante as lições semanais de religião. "Estudantes muçulmanos recebiam aulas de um professor muçulmano e estudantes cristãos recebiam aulas de um professor cristão", afirmou Effendi.
Andrew Higgins do Washington Post cita Rully Dasaad, ex-colega de classe, dizendo que Obama fazia farra na sala de aula e durante os estudos do Alcorão, era "ridicularizado devido a sua pronúncia engraçada". Maraniss descobriu que as aulas incluíam não apenas o estudo de "como rezar e como entender o Alcorão", mas também rezar na prática nos serviços comunitários às sextas-feiras nas dependências da escola.

(6) Comparecimento à mesquita: Maya Soetoro-Ng, a meia irmã mais nova de Obama, contou que seu pai (padrasto de Barack) comparecia à mesquita "quando acorriam grandes eventos comunitários", Barker constatou que "Obama às vezes acompanhava seu padrasto até a mesquita para as rezas de sexta-feira". Watson relata o seguinte:
Os amigos de infância dizem que às vezes Obama comparecia às rezas de sexta-feira na mesquita local. "Nós rezávamos, mas não com muita seriedade, apenas acompanhávamos o que os mais velhos faziam na mesquita. Segundo Zulfin Adi, que se descreve como um dos amigos de infância mais íntimos de Obama relata; como crianças, gostávamos de encontrar nossos amigos e ir à mesquita juntos e brincar". … Eventualmente, informa Adi, quando o muezin (aquele que chama os crentes às orações) soava a chamada à reza, Lolo e Barry iam juntos, a pé, até a mesquita improvisada. "Sua mãe ia frequentemente à igreja, mas Barry era muçulmano. Ele ia à mesquita", revela Adi.
(7) Vestimenta muçulmana: Sobre Obama, Adi recorda, "Lembro-me dele usando sarongue". Da mesma forma, Maraniss descobriu que não somente "seus colegas de classe se recordam de Barry usando sarongue", mas que a troca de correspondências indica que ele continuou a usar esta vestimenta nos Estados Unidos. Este fato acarreta implicações religiosas, visto que, na cultura indonésia, somente muçulmanos usam sarongues.

(8) Devoção: Obama afirma que na Indonésia, ele "não praticava o [islamismo]", uma asserção que involuntariamente reconhece sua identidade muçulmana implicando que ele era um muçulmano não praticante. Contudo, vários daqueles que o conheciam contradizem esta lembrança. Rony Amir retrata Obama como "muito devoto ao Islã no passado". Tine Hahiyary, ex-professora de Obama, citada no Kaltim Post, afirma que o futuro presidente participou de estudos religiosos islâmicos avançados: "Eu lembro que ele tinha estudado mengaji". No contexto do islamismo do sudeste asiático, mengaji Quran significa recitar o Alcorão em árabe, uma tarefa difícil denotando estudo avançado.

Em síntese, o histórico indica que Obama nasceu muçulmano tendo como pai um muçulmano não praticante, tendo vivido por quatro anos em um meio totalmente muçulmano sob a proteção do padrasto muçulmano indonésio. Por estas razões, aqueles que conheceram Obama na Indonésia consideravam-no muçulmano.

"Minha Fé Muçulmana"

Além disso, várias declarações feitas por Obama nos últimos anos apontam para a sua infância muçulmana.

(1) Robert Gibbs, diretor de comunicações da campanha da primeira corrida presidencial de Obama, assegurou em janeiro de 2007: "O Senador Obama nunca foi muçulmano, não foi criado como muçulmano e é um cristão devoto que frequenta a Igreja Unida de Cristo em Chicago". Mas recuou em março de 2007, garantindo que "Obama nunca foi um muçulmano praticante". Ao colocar em foco a prática quando criança, a campanha levanta uma questão que não faz a menor diferença para os muçulmanos (assim como para os judeus), já que não consideram a prática central a identidade religiosa. Gibbs acrescenta, de acordo com a paráfrase de Watson, "quando criança, Obama ficava no centro islâmico vizinho". Obviamente, "o centro islâmico vizinho" é um eufemismo de "mesquita", enquanto ficar lá aponta novamente Obama como sendo muçulmano.

(2) Ele pode ter feito caretas e farreado durante as aulas do Alcorão, mas Obama aprendeu a orar a salat nas aulas de religião; seu ex-professor em Besuki, Effendi, lembra que ele "se juntava aos outros alunos nas orações muçulmanas". Orar a salat por si só fez de Obama um muçulmano. Além do mais, ele orgulhosamente preserva o conhecimento das aulas de outrora: em março de 2007, Nicholas D. Kristof do New York Times, viu Obama "recordar o início da chamada árabe para a oração, recitando-a [para Kristof] com excelente pronúncia". Obama não recitou a salat propriamente dita e sim o adhan, a chamada para a reza (normalmente cantada dos minaretes). A segunda e a terceira linhas do adhan constituem a declaração da fé islâmica, a shahada, cuja mera elocução torna aquele que a pronuncia um muçulmano. O adhan completo na iteração sunita (pulando as repetições) é o seguinte:
Deus é o maior.
Testemunho de que não há outra divindade além de Deus.
Testemunho de que Maomé é o Mensageiro de Deus.
Vinde para a Oração.
Vinde para a salvação.
Deus é o maior.
Não há outra divindade além de Deus.
Aos olhos dos muçulmanos, recitar o adhan na classe em 1970 tornou Obama na mesma hora muçulmano – e recitá-lo para um jornalista em 2007 tornou-o novamente muçulmano.

(3) Em uma conversa com George Stephanopoulos em setembro de 2008, Obama falou da "minha fé muçulmana", mudando o que tinha acabado de dizer para "minha fé cristã" somente após Stephanopoulos interromper e corrigi-lo. Ninguém deixaria escapar "minha fé muçulmana" a menos que houvesse alguma base para tal engano.

(4) Ao discursar perante platéias muçulmanas, Obama usa especificamente frases muçulmanas que evocam sua identidade muçulmana. Ele discursou perante ambas as platéias no Cairo (em junho de 2009) e em Jacarta (em novembro de 2010) proferindo a saudação "as-salaamu alaykum", esta que ele, participando das aulas do Alcorão, sabe que é reservada para um muçulmano saudando outro muçulmano. No Cairo, ele também usou diversos termos empregados pelos devotos sinalizando aos muçulmanos ser ele um deles:
  • "o Sagrado Alcorão" (termo mencionado cinco vezes): uma tradução exata da referência árabe padrão dos livros sagrados, al-Qur'an al-Karim.
  • "o caminho certo": tradução de as-sirat al-mustaqim, do árabe, em que os muçulmanos pedem a Deus para que Ele os guie toda vez que estiverem orando.
  • "Conheci o islamismo em três continentes antes de vir à região onde ele foi revelado pela primeira vez": não muçulmanos não se referem ao Islã como revelado.
  • "a história de Isra, quando Moisés, Jesus e Maomé … oraram juntos": este conto corânico de uma jornada noturna estabelece a liderança de Maomé sobre as outras figuras sagradas, incluindo Jesus.
  • "Moisés, Jesus e Maomé, que a paz esteja com eles": tradução do árabe 'alayhim as-salam, que os muçulmanos devotos dizem após mencionar os nomes dos profetas mortos, menos Maomé. (Uma saudação diferente, sall Allahu ʿalayhi wa-sallam, "que a paz e as benções de Alá estejam com ele", segue adequadamente o nome de Maomé, mas esta frase é praticamente nunca dita em inglês).
Obama dizer "Que a paz esteja com eles" acarreta outras implicações além de ser meramente a formulação de uma frase islâmica nunca usada por cristãos e judeus que falam o idioma árabe. Primeiro, contradiz aquilo em que um cristão declarado acredita, por implicar que Jesus, bem como Moisés e Maomé estão mortos, a teologia cristã acredita que Ele tenha ressuscitado, esteja vivo e seja o Filho imortal de Deus. Segundo, incluir Maomé nesta benção implica reverenciá-lo, algo tão estranho quanto um judeu conversar sobre Jesus Cristo. Terceiro, um cristão iria com mais naturalidade buscar a paz vinda de Jesus do que desejar que a paz estivesse com ele.

(5) A descrição exagerada e incorreta de Obama do Islã nos Estados Unidos é típica de uma mentalidade islamista. Ele superestima drasticamente tanto o número quanto o papel dos muçulmanos nos Estados Unidos, ao anunciar em junho de 2009 que "se fosse contado o número de muçulmanos americanos, nós seríamos um dos maiores países muçulmanos do mundo". Altamente improvável: de acordo com uma listagem das populações muçulmanas, os Estados Unidos, com cerca de 2,5 milhões de muçulmanos, encontra-se na 47ª posição). Três dias depois, ele apareceu com uma estimativa inflada de "cerca de 7 milhões de muçulmanos americanos hoje em nosso país" e de modo bizarro anunciou que o "Islã sempre fez parte da história dos EUA. … desde nossa fundação, os muçulmanos americanos enriqueceram os Estados Unidos". Obama também anunciou um fato duvidoso em abril de 2009, que muitos americanos "têm muçulmanos em suas famílias ou moraram em algum país de maioria muçulmana". Ao realizar a disposição das comunidades religiosas nos Estados Unidos, Obama sempre oferece o primeiro lugar aos cristãos e o segundo lugar varia entre judeus e muçulmanos, sobretudo em seu discurso de posse em janeiro de 2009: "Os Estados Unidos é uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus e não crentes". Obama superestimou de forma tão exagerada o papel muçulmano na vida americana que indica uma mentalidade supremacista islâmica, específica de alguém vindo de uma formação muçulmana.

Levando tudo em conta, as declarações confirmam os sinais da infância de Obama de que ele nasceu e foi criado como muçulmano.

"Toda A Minha Família Era Muçulmana"

Várias pessoas que conhecem bem Obama o veem como muçulmano. O mais notável é que sua meia irmã, Maya Soetoro-Ng, declarou: "Toda a minha família era Muçulmana" Toda a família dela, obviamente inclui seu meio irmão Barack.

Em junho de 2006, Obama contou como, após uma longa evolução religiosa, "um dia finalmente consegui caminhar pelo corredor da Igreja da Trindade Unida na Rua 95 na região sul de Chicago e atestar a minha fé cristã" com uma chamada ao altar. Mas quando o seu pastor da Trindade Unida, Rev. Jeremiah Wright, foi questionado (por Edward Klein, The Amateur, página 40), "o senhor converteu Obama do islamismo para o catolicismo"? Se por ignorância ou discrição, Wright refinou a pergunta, respondendo enigmaticamente: "Difícil de se dizer". Observe que ele não rejeitou de imediato a ideia de que Obama tinha sido muçulmano.

George Hussein Onyango Obama, meio irmão de 30 anos de Barack, que encontrou-se com ele duas vezes, disse a um entrevistador em março de 2009 que "ele pode estar se comportando de maneira diferente devido a posição que ocupa, mas por dentro Barack Obama é muçulmano".

"O Seu Nome Do Meio É Hussein"

Os muçulmanos não são capazes de livrar-se da sensação de que, sob sua proclamada identidade cristã, Obama verdadeiramente é um deles.

Recep Tayyip Erdoğan, primeiro ministro da Turquia, referiu-se a Hussein como um nome "muçulmano". Conversas entre muçulmanos sobre Obama às vezes mencionam seu nome do meio como código, sem necessidade de comentários adicionais. Uma conversa em Beirute, citada no Christian Science Monitor, capta essa impressão. "Ele tem que ser bom para os árabes, já que ele é muçulmano", observou um merceeiro. "Ele não é muçulmano, ele é cristão" respondeu um cliente. Não, disse o merceeiro, "ele não pode ser cristão. O seu nome do meio é Hussein" O nome é a prova positiva.

A escritora muçulmana americana Asma Gull Hasan escreveu em "My Muslim President Obama",
Eu sei que o Presidente Obama não é muçulmano, mas mesmo assim estou inclinada a acreditar que ele é, como a maioria dos muçulmanos que conheço também acredita. Em uma pesquisa de opinião nada científica, abrangendo desde familiares até conhecidos, muitos de nós sentem … que temos em Barack Hussein Obama o primeiro presidente americano muçulmano. … desde o dia da eleição, eu tomei parte em muitas conversas com muçulmanos em que havia a aceitação imediata ou deixavam escapar entusiasticamente que Obama é muçulmano. Em comentários sobre o nosso novo presidente, "eu tenho que apoiar meu irmão e patrício muçulmano", escapava da minha boca antes que eu pudesse pensar duas vezes. "Então, eu sei que ele não é realmente muçulmano", acrescentava eu. Mas se eu estivesse conversando com um muçulmano, ele diria, "é sim".
A título de explicação, Hasan menciona o nome do meio de Obama. Ela conclui: "A maioria dos muçulmanos que eu conheço (inclusive eu) parece não aceitar que Obama não seja muçulmano".

Se os muçulmanos têm estas sensações, não é de se surpreender que o público americano também as tenha. Cinco pesquisas de opinião realizadas entre 2008 e 2009 pelo Pew Research Center for the People and the Press com a pergunta "Você sabe qual é a religião de Barack Obama"? constataram uma consistência de que 11 a 12 por cento de eleitores americanos declararam ser ele realmente muçulmano, sendo que as porcentagens bem maiores encontravam-se entre republicanos e evangélicos. O número subiu para 18 por cento em uma pesquisa do Pew em agosto de 2010. Uma pesquisa de opinião realizada em março de 2012 descobriu que a metade dos prováveis eleitores republicanos tanto no Alabama quanto no Mississippi considera Obama muçulmano. A pesquisa realizada pelo Pew de junho a julho de 2012 mostrou que 17 por cento dos entrevistados responderam que Obama é muçulmano e 31 por cento disseram que não sabiam qual era a sua religião e, apenas 49 por cento identificaram-no como cristão. Isso se traduz em uma divisão equilibrada entre os que acreditam que Obama é cristão e aqueles que não acreditam que ele seja cristão.

O fato de que aqueles que o veem como muçulmano praticamente na totalidade também desaprovam o seu desempenho em sua função, aponta para uma correlação em suas mentes entre a identidade muçulmana e a presidência fracassada. Que uma parcela substancial do público persista nesse modo de avaliação expõe o alicerce de relutância de pegar Obama pela palavra sobre ser cristão. O que por sua vez reflete a acepção amplamente difundida de que Obama não levou a sério sua biografia.
"Ele Estava Interessado no Islã"
  • Enquanto cursava na Indonésia, Obama participava de forma memorável das aulas corânicas; pouco conhecido, conforme recorda ele em março de 2004, era o "estudo da Bíblia e catecismo" na escola Asisi. Como estas aulas eram destinadas apenas aos crentes, participar de ambas estava errado. Vários ex-professores confirmam as lembranças de Obama. A seguir três deles falam a respeito:
  • A professora da primeira série de Obama na escola Asisi, Israella Dharmawan, relata a Watson do Los Angeles Times: "Naquela época, Barry também rezava como católico, mas Barry era muçulmano. … Ele foi matriculado como muçulmano porque seu pai, Lolo Soetoro, era muçulmano".
  • O professor da terceira série de Obama em Besuki, Effendi, relatou a Anne Barrowclough do Times (de Londres), que a escola tinha alunos de várias religiões e se lembrava como os alunos participavam das aulas de suas próprias religiões – menos Obama, que insistia em participar tanto das aulas da religião cristã quanto da islâmica. E participava de ambas mesmo contrariando a sua mãe cristã: "A mãe dele não gostava que ele estudasse o Islã, mesmo seu pai sendo muçulmano. Às vezes ela vinha à escola, ela estava zangada com o professor de religião e disse 'Por que você o ensina o Alcorão'? Mas ele continuava a frequentar as aulas porque estava interessado no Islã".
  • Um administrador em Besuki, Akhmad Solikhin, mostrou (a um jornal indonésio o Kaltim Post em janeiro de 2007, tradução fornecida por "Um Americano Expatriado no Sudeste da Ásia," aspas acrescidas para maior clareza) perplexidade quanto à religião de Obama: "Ele realmente foi matriculado como muçulmano, mas alega ser cristão".
Esta dupla religiosidade, com certeza, começou a ser discutida quando Obama se tornou uma figura internacional e quando a natureza da sua afiliação religiosa acarretou implicações políticas; ainda assim, o fato de três figuras do seu passado indonésio terem independentemente afirmado o mesmo é extraordinário e aponta para a complexidade do desenvolvimento pessoal de Barack Obama. Também levantam a fascinante e inconclusiva possibilidade que Obama, já na tenra idade entre seis e dez anos, procurou combinar as religiões materna e paterna em um todo sincrético pessoal, apresentando-se como cristão e como muçulmano. De forma sutil, é exatamente isso que ele ainda faz.

Descobrindo a Verdade

Concluindo, as provas disponíveis indicam que Obama nasceu e foi criado como muçulmano e reteve uma identidade muçulmana até o final de seus 20 e tantos anos. Filho de uma linhagem de muçulmanos do sexo masculino, recebeu um nome muçulmano, foi matriculado como muçulmano em duas escolas na Indonésia, estudava o Alcorão nas aulas de religião, ainda recita a declaração da fé islâmica e discursa para as platéias muçulmanas como um patrício crente. Entre o pai muçulmano não praticante, padrasto muçulmano e quatro anos vivendo no meio muçulmano, ele era visto e se via como muçulmano.

Isso não quer dizer que ele era um muçulmano praticante ou que continua muçulmano hoje, muito menos islamista, nem que o seu histórico muçulmano influencia significativamente seu enfoque político (que é típico de um americano de esquerda). Nem que haja algum problema quanto a sua conversão do islamismo para o catolicismo. O problema é Obama ter especificamente e repetidamente mentido sobre a sua identidade muçulmana. Mais do que qualquer outro simples engodo, a forma que Obama trata seu próprio histórico religioso expõe sua fraqueza moral.

Dúvidas sobre a Honestidade de Obama

E assim, elas permanecem desconhecidas do eleitorado americano. Veja o contraste desse caso com o de James Frey, autor de A Million Little Pieces. Tanto Frey quanto Obama escreveram memórias incorretas que Oprah Winfrey endossou e subiu para o primeiro ligar na lista de bestsellers não ficção. Quando os artifícios literários de Frey sobre o seu consumo de drogas e criminalidade se tornaram aparentes, Winfrey caiu em cima dele de forma cruel, uma biblioteca reclassificou seu livro como ficção e a editora ofereceu a devolução do dinheiro aos clientes que se sentiram ludibriados. Já as falsidades de Obama são alegremente desculpadas, Arnold Rampersad, professor de inglês da Universidade de Stanford, que leciona autobiografia, considerou Dreams uma obra admirável "repleta de truques inteligentes—invenções com o intuito de obter efeito literário — que fiquei agradavelmente surpreendido, porque não dizer estupefato. Mas não se engane, são simples truques que fazem parte do jogo e a partir desses truques supõe-se que a verdade surgirá". Gerald Early, professor de literatura inglesa e de estudos afro-americanos na Universidade de Washington em St. Louis, vai mais além: "Não importa se ele inventou coisas. … Não acho que seja importante se Barack Obama falou ou não a absoluta verdade em Dreams From My Father. O que importa é como ele quer conceber a sua vida".

Estranho que uma história do submundo sobre suas atividades sórdidas inspirem altos padrões morais e que a autobiografia do presidente dos Estados Unidos seja aprovada. Dick Ardiloso, abra espaço para Barry Fraudulento.
O Sr. Pipes é o presidente do Middle East Forum. © 2012 por Daniel Pipes. Todos os direitos reservados.

Original em inglês: Obama's Muslim Childhood



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A Polícia Federal faz falta ?


Corpo mole da Polícia Federal?
As empresas de segurança privada reclamam que a PF protela edição de portaria para orientar sua ação na Copa das Confederações (2013). Alegam que precisam de tempo para treinar os vigilantes que atuarão desarmados no controle do público. ( coluna do Ilimar Franco.)



O valerioduto tucano foi um esquema de financiamento irregular — com recursos públicos e doações privadas ilegais — à campanha à reeleição em 1998 então governador mineiro e atual senador Eduardo Azeredo (PSDB), montado pelo empresário Marcos Valério.

Aqueles que não acreditam em conspirações devem ser considerados ingênuos. Naive, mesmo. Faz-se mister verter uma lágrima por eles. Não somente para quem foi o responsável no Wikipedia sobre o texto acima há versões diversas dos fatos. Quem e onde deu-se início ao sistema de corrupção institucional é o que todos nós pensamos saber. Mais ou menos se sabe. Mais ou menos não se sabe.

Robustas informações realmente nos levam em direção de Minas Gerais, aos ovos caipiras trocados entre o atual Senador Eduardo Azeredo (PSDB) e Marcos Valério. Nós do DominioFeminino não temos essa dúvida. Contudo, há nisso tudo o que nos pareceu um, digamos, laboratório do PT. Algo do tipo um projeto piloto de para em dando certo, seguir a execução do projeto maior. "Está bem, deu certo lá em Minas, agora partamos para o projeto inteiro" devem ter pensado os mandantes do Partido do Trabalhador.

Celso Augusto Daniel, assassinado em 2002 ( quando o Lula assumiu )  havia sido o mentor da arrecadação nos mesmos moldes ilícitos do Mensalão. Curiosamente, um ano após o assassinato do líder petista, surgiu o escândalo dos Correios, trazendo à tona demais fatos de corrupção que desaguou no Mensalão, isso em 2005.

Após o assassinato do Celso Daniel, voltamos a Minas Gerais, ao Marcos Valério e o mensalão do Senador Eduardo Azeredo (PSDB). Aqui precisa-se ressaltar que não se tem certeza se foi o Marcos Valério quem procurou o Senador do PSDB —  ou o próprio partido — ou, se ambos, o PSDB e o Senador foram à procura do do lobista Marcos Valério.

De qualquer maneira o modus operandi do PT é mandar alguém fazer. Enviar emissários deles, e que sejam confiáveis ao cooptado. Assim, sendo, todas as possibilidades de o PT ter infiltrado o Marcos Valério dentro do PSDB, não apenas para que, no futuro, servisse para calar a boca dos tucanos e, ao mesmo tempo "ver se o projeto piloto"  funcionava. Funcionou. Mesmo antes do assassinato do Celso Daniel, o PT já possuía dois esquemas de fraudes funcionando, embora o esquema do Marcos Valério fosse a peça de resistência.

Funcionou tanto que não mais precisavam do Celso Daniel que tinha um esquema raquítico, local, feito à base de lixo, ao contrário do esquema do Marcos Valério que chegava ao âmbito internacional para concretizar a lavagem de vultosos recursos fraudulentos.

Funcionou tanto, que realmente fechou o bico dos tucanos que, comprometidos, não se arvoraram a pedir o impeachment do Lula quando era presidente da República; quando surgiu outro escândalo, o dos Correios que após denúncia do Roberto Jefferson, que traído em seu esquema pessoal, derrubou o esquema geral do Partido dos Trabalhadores ( PT ) e resultou no Mensalão.

O tempo foi passando, a Polícia Federal montando as caçadas, providenciando provas e chegamos, afinal, ao julgamento em andamento no Supremo Tribunal Federal.

O atual lado curioso é que hoje, a Policia Federal se encontra em greve, há mais de um mês,  e a Presidente Dilma não dá a menor importância ao fato. Isso cheira à retaliação pelo atrevimento daquela Instituição em encontrar rastros e rabos dos "mal feitos" do Partido dela. Se assim é, o dedo é do ex-presidente Lula..







domingo, 5 de agosto de 2012

Fúria gay se alastra pelo mundo




Um idoso pregador de rua de Chicago foi hostilizado por manifestantes fora do restaurante Chick-fil-A . A policia investigada dois semelhantes casos de vandalismo, alegadamente, vindos de um grupo gay raivosos contra o apoio que a empresa dá ao casamento tradicional, entre homens e mulheres.


O artista Manny Castro, que declarou-se  homossexual e confessou ao The Huffington Post que ele foi responsável por vandalizar o Chick-fil-A em Torrance, na Califórnia.

"Eu sou contra o que essas pessoas representam, o que esta empresa representa", disse ele ao The Huffington Post. "Eles estão tentando tirar o que poucos direitos que já temos."

Castro pintou "Tem sabor de ódio" no lado do restaurante. Ele chamou sua atividade criminal de "arte" e negou que ele infringiu a lei. [...]

Em Chicago, um grupo de manifestantes cercaram um pregador de rua idoso que estava sozinho fora da cidade do restaurante Chick-fil-A. 

Os manifestantes ridicularizaram e escarneceram o homem - usando giz para escrever mensagens insultantes na calçada. Uma das mensagens dizia: "Ele é realmente gay no fundo."

"Eu odeio Deus", um manifestante gritou para o pregador idoso enquanto outro gay manifestante mostrava a bandeira arco-íris . "Então, a Bíblia é em si mesmo imoral. Estou cansado de sua hipocrisia, senhor. "